Por Altamiro Borges
Cerca de 20 mil professores da rede pública de São Paulo aprovaram ontem, por unanimidade, o início de uma greve geral por tempo indeterminado pela reposição das perdas salariais e pelo cumprimento da Lei Nacional do Piso, que é desrespeitado pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Após a assembléia, realizada no vão livre do Masp na Avenida Paulista, os docentes seguiram em passeata até a Praça da República. O clima na categoria é de unidade e revolta diante da intransigência dos tucanos.
Cerca de 20 mil professores da rede pública de São Paulo aprovaram ontem, por unanimidade, o início de uma greve geral por tempo indeterminado pela reposição das perdas salariais e pelo cumprimento da Lei Nacional do Piso, que é desrespeitado pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB). Após a assembléia, realizada no vão livre do Masp na Avenida Paulista, os docentes seguiram em passeata até a Praça da República. O clima na categoria é de unidade e revolta diante da intransigência dos tucanos.










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