Por Mateus Ramos, no site da Adital:
Há dois anos refugiado na embaixada equatoriana no Reino Unido, o caso de Julian Assange, principal porta-voz do portal Wikileaks, continua incerto. Assange pediu asilo político ao Equador a fim de escapar da extradição para a Suécia, onde é acusado, de forma controversa, por estupro e agressão sexual enquanto estava no país para uma série de palestras depois que o Partido Pirata sueco aceitou acolher servidores do Wikileaks, diante da perseguição pelas autoridades dos Estados Unidos.
Há dois anos refugiado na embaixada equatoriana no Reino Unido, o caso de Julian Assange, principal porta-voz do portal Wikileaks, continua incerto. Assange pediu asilo político ao Equador a fim de escapar da extradição para a Suécia, onde é acusado, de forma controversa, por estupro e agressão sexual enquanto estava no país para uma série de palestras depois que o Partido Pirata sueco aceitou acolher servidores do Wikileaks, diante da perseguição pelas autoridades dos Estados Unidos.











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