Por Bepe Damasco, em seu blog:
Quando disse para os coxinhas fascistas e desocupados que o cercaram na saída de um restaurante no Leblon que "ninguém pode se achar informado lendo a Veja", Chico Buarque, o genial artista brasileiro pôs o dedo na ferida. A serpente que choca os ovos da intolerância, do ódio e do fascismo no Brasil é o monopólio da mídia.
Os especialistas em vagabundagem que ousaram abordar um intelectual do porte de Chico são produto de um massacre midiático diário, que tem como pilares o antipetismo mais tosco, o antiesquerdismo mais visceral e a criminalização da atividade política.
Quando disse para os coxinhas fascistas e desocupados que o cercaram na saída de um restaurante no Leblon que "ninguém pode se achar informado lendo a Veja", Chico Buarque, o genial artista brasileiro pôs o dedo na ferida. A serpente que choca os ovos da intolerância, do ódio e do fascismo no Brasil é o monopólio da mídia.
Os especialistas em vagabundagem que ousaram abordar um intelectual do porte de Chico são produto de um massacre midiático diário, que tem como pilares o antipetismo mais tosco, o antiesquerdismo mais visceral e a criminalização da atividade política.













