Por Lucas Vasques, na revista Fórum:
Dois anos depois do golpe que afastou a ex-presidenta Dilma Rousseff, as perdas sociais são inquestionáveis e marcam profundamente a vida de milhões de brasileiros. Um dos aspectos mais contundentes desse processo de retirada de direitos dos trabalhadores influencia diretamente as estatísticas de desempregados no país. No 1º de maio de 2016 eram 10 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. Já às vésperas do Dia do Trabalhador de 2018, o número supera os 13 milhões, sob a gestão de Michel Temer, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dois anos depois do golpe que afastou a ex-presidenta Dilma Rousseff, as perdas sociais são inquestionáveis e marcam profundamente a vida de milhões de brasileiros. Um dos aspectos mais contundentes desse processo de retirada de direitos dos trabalhadores influencia diretamente as estatísticas de desempregados no país. No 1º de maio de 2016 eram 10 milhões de pessoas fora do mercado de trabalho. Já às vésperas do Dia do Trabalhador de 2018, o número supera os 13 milhões, sob a gestão de Michel Temer, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


















