sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
O jornalismo 'profissional' da mídia é piada
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| Charge: Joyce Rice |
A grossa corrupção no liquidado banco Master e seus parceiros sumiu do foco dos jornalões, que estão usando o assunto para atacar o STF.
Ao invés de revelar para o público todo o esquema utilizado por salafrários como o tal ex-banqueiro Daniel Vorcaro e sua patota de ladrões do dinheiro de aposentados e pensionistas, os jornalistas e colunistas amestrados destas publicações estão fazendo de tudo para provocar uma crise no STF, com o objetivo de desestabilizar um Poder que tem sido crucial neste momento tão desafiador em que vivemos.
Umbilicalmente ligados aos interesses da classe dominante (Faria Lima, golpistas e entreguistas) estes jornais e seus “profissionais” acreditam que, ao desestabilizar o STF, estarão atingindo, por tabela, o governo Lula.
Cuidar da safra sindical
Por João Guilherme Vargas Netto
Na ação sindical não há entressafra. Exceto nos períodos de férias coletivas ou de grandes feriados a atividade sindical é constante.
Mesmo entre uma campanha salarial e a seguinte, o que seria uma entressafra é cheia de ações necessárias – divulgação dos resultados obtidos e preparação, desde já, de uma nova campanha.
Há, portanto, o cotidiano da vida sindical (com sua burocracia) e acontecimentos que exigem empenho renovado; a vida do sindicato (e de todas as entidades sindicais) não para nunca.
O que as direções sindicais fazem (ou devem fazer) é associar o cumprimento sistemático das tarefas cotidianas à qualificação dos ativistas – qualificação sindical e qualificação política – com discussões, seminários e cursos.
Na ação sindical não há entressafra. Exceto nos períodos de férias coletivas ou de grandes feriados a atividade sindical é constante.
Mesmo entre uma campanha salarial e a seguinte, o que seria uma entressafra é cheia de ações necessárias – divulgação dos resultados obtidos e preparação, desde já, de uma nova campanha.
Há, portanto, o cotidiano da vida sindical (com sua burocracia) e acontecimentos que exigem empenho renovado; a vida do sindicato (e de todas as entidades sindicais) não para nunca.
O que as direções sindicais fazem (ou devem fazer) é associar o cumprimento sistemático das tarefas cotidianas à qualificação dos ativistas – qualificação sindical e qualificação política – com discussões, seminários e cursos.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Luciano Huck sabia das mutretas do Will Bank?
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| Divulgação |
Na quarta-feira passada (21), o Banco Central decretou a liquidação do Will Bank, um dos tentáculos do corrupto Banco Master. Segundo matéria do site Seu Dinheiro, porta-voz dos abutres financeiros, com a medida extrajudicial “ficaram indisponíveis os bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. O Will Bank, que tem cerca de 12 milhões de clientes, havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Master, diante da avaliação de que havia interessados na aquisição da instituição – o que, no entanto, não se concretizou”.
Banco Master: economia ou polícia?
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| Charge: Fred/Humor com rumor |
Vira e mexe a gente aqui no Brasil passa a conviver com alguma instituição financeira ocupando com destaque as páginas policiais da grande imprensa. Os escândalos envolvendo bancos ou empresas assemelhadas são muito mais frequentes do que deveriam, principalmente se partirmos do princípio de que existe um sistema de fiscalização e regulação bastante aprimorado para evitar esse tipo de crime ou desvio de comportamento no mercado. A questão é que, na maior parte dos casos, o poder econômico exercido por estas grandes corporações caminha junto com forte esquema de poder político, com surpreendente capacidade de exercer pressão sobre os órgãos de Estado encarregados de evitar e/ou punir esse tipo de situação.
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