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| Divulgação |
O Supremo Tribunal Federal (STF) não apenas permitiu a existência da Operação Lava Jato, como foi o seu principal catalisador. A conivência de ministros - e aqueles que, mesmo discordando, se alinharam ao status quo - criou as condições ideais para que uma estrutura de perseguição política se consolidasse.
Hoje, essa omissão começa a cobrar seu preço, e o ministro Dias Toffoli, no interior da própria Corte, é a primeira vítima do novo lavajatismo.
Em 2020, quando presidente do Supremo, Toffoli declarou que a Lava Jato não teria ocorrido sem o apoio do STF. “Não existiria Lava Jato, não existiria nenhum desses combates essenciais à corrupção, se não fossem essas leis”, falou.
Segundo ele, foi o STF que concedeu ao Ministério Público os superpoderes de investigação.
Hoje, essa omissão começa a cobrar seu preço, e o ministro Dias Toffoli, no interior da própria Corte, é a primeira vítima do novo lavajatismo.
Em 2020, quando presidente do Supremo, Toffoli declarou que a Lava Jato não teria ocorrido sem o apoio do STF. “Não existiria Lava Jato, não existiria nenhum desses combates essenciais à corrupção, se não fossem essas leis”, falou.
Segundo ele, foi o STF que concedeu ao Ministério Público os superpoderes de investigação.





