sexta-feira, 26 de setembro de 2025
quinta-feira, 25 de setembro de 2025
Ex-prefeito que ‘guilhotinou’ Moraes vira alvo
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| Reprodução |
Mais um bolsonarista metido a valentão entrou na mira da Justiça. Nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-prefeito de Farroupilha (RS), Fabiano Feltrin (PL), sob a acusação de incitar publicamente o assassinato do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. O aloprado já foi intimado pelo STF a apresentar a sua defesa prévia.
Em julho de 2024, durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Fabiano Feltrin sugeriu que o magistrado deveria ser guilhotinado. Ele fez a declaração criminosa ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. “A homenagem aqui pra ele eu vou mostrar qual é. É só colocar ele aqui na guilhotina, ó. Aqui a homenagem pra ele”, vomitou o ex-prefeito, manuseando uma berlinda – instrumento de tortura usado no período medieval que deixava a vítima agachada com o pescoço e os braços presos.
Lula fez um tirano fascista se render
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| Charge: Brito |
Nova York, 23 de setembro de 2025, 80ª Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU).
Sobe à tribuna para abrir a assembleia, prerrogativa que cabe ao Brasil desde 1947, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.
E Lula exibe seu brilho retórico habitual com um discurso combativo, corajoso e ao mesmo tempo propositivo, que não deixa de fora nenhum tema de interesse global atualmente.
Crítica às sanções arbitrárias ao Brasil, reafirmação de que a soberania e a democracia do nosso país são inegociáveis, denúncia do genocídio em Gaza, alerta para as ameaças ao multilateralismo, defesa da transição energética justa para os países em desenvolvimento, reforma do Conselho de Segurança da ONU, refundação da OMC e taxação dos super-ricos do mundo para combater a fome. Nada que importa e aflige o planeta escapou da abordagem de Lula. Uma honra para o Brasil.
Foi aplaudido.
Por que os atos de domingo foram tão fortes?
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| Foto: Letícia Oliveira/PT Bahia |
Há anos a esquerda e as forças populares não levavam tanta gente pras ruas, em todas as capitais e, ao total, 35 cidades do Brasil.
Contra a Anistia, pela punição aos golpistas, pela Soberania e contra a PEC da Blindagem/ Bandidagem do Congresso; em Curitiba a Boca Maldita ficou lotada, como há anos não se via.
Salvador, Natal, Recife, Rio, Aracaju e Belo Horizonte, entre outras, mostraram muita força. Na maior cidade do país, SP, o ato em julho havia tido 15 mil pessoas e agora alcançou 42,4 mil de acordo com USP e Cebrap. Análises e fotos apontam que deve ter sido maior.
A presença massiva se deve ao caráter antipopular escancarado da Câmara ao aprovar a PEC da Blindagem e da Anistia. Além disso, o neofascismo neste ano se desgasta e perde capacidade de mobilização ao erguer bandeiras dos EUA e ficar ao lado da taxação e das ameaças ao país, permitindo à esquerda retomar a bandeira da Soberania.
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