terça-feira, 2 de junho de 2026
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Rachadinha será punido por traição à pátria?
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| Charge: Cacinho |
O jornal Estadão informa que “um grupo de deputados do Psol e da Rede pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por possível atentado à soberania nacional. A representação cita a atuação do parlamentar junto ao governo Donald Trump em defesa da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas”.
Na representação, os deputados afirmam que o senador e o seu irmão Eduardo Bolsonaro – também conhecidos como Flávio Rachadinha e Dudu Bananinha – têm atuado para estimular a intervenção dos EUA nos assuntos internos do Brasil. O texto cita a recente visita do traidor da pátria ao “imperador” Donald Trump, quando implorou pela designação dos grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas globais. O senador-capacho do império também se reuniu com o secretário de Estado, o gusano Marco Rubio, e o vice-presidente JD Vance.
domingo, 31 de maio de 2026
Família Bolsonaro e Trump atacam o Brasil
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| Reprodução |
A classificação pelo governo dos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV), duas facções criminosas, como organizações terroristas tem múltiplas implicações. A decisão se deu logo após a visita do candidato a presidente da extrema direita, Flávio Bolsonaro, ao presidente estadunidense Donald Trump, que teria pedido a inclusão dessas facções na lista do Departamento de Estado daquele país. Com o candidato estavam seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e o blogueiro Paulo Figueiredo, ambos foragidos da Justiça brasileira. A grande mídia estadunidense afirma que a decisão resultou de um “lobby agressivo dos Bolsonaros.”
A manchete sonegada sobre Flávio Bolsonaro
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| Reprodução |
Esta é a chamada de capa da Folha, com um balanço do que teria sido até aqui a vida parlamentar medíocre do candidato do pai a presidente da República:
“Flávio Bolsonaro mirou segurança, mas não teve projetos próprios transformados em lei”.
Mas a informação que deveria estar na manchete está logo no começo do texto:
“Terceiro mais votado entre os senadores eleitos em 2018, com 4,38 milhões de votos, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou ao seu último ano de mandato sem ter projetos próprios transformados em lei. O pré-candidato do PL à Presidência é autor ou coautor no Senado de 57 projetos de lei e 92 PECs (propostas de emenda à Constituição), a maioria tratando da segurança pública, sua principal bandeira no mandato e um dos temas prioritários de sua campanha. Mas, em pouco mais de sete anos na Casa, só duas propostas em que ele foi coautor entraram em vigor, sem elo com a segurança: uma emenda constitucional para isentar o IPVA de veículos com mais de 20 anos de fabricação e uma lei de fomento ao microcrédito”.
“Flávio Bolsonaro mirou segurança, mas não teve projetos próprios transformados em lei”.
Mas a informação que deveria estar na manchete está logo no começo do texto:
“Terceiro mais votado entre os senadores eleitos em 2018, com 4,38 milhões de votos, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou ao seu último ano de mandato sem ter projetos próprios transformados em lei. O pré-candidato do PL à Presidência é autor ou coautor no Senado de 57 projetos de lei e 92 PECs (propostas de emenda à Constituição), a maioria tratando da segurança pública, sua principal bandeira no mandato e um dos temas prioritários de sua campanha. Mas, em pouco mais de sete anos na Casa, só duas propostas em que ele foi coautor entraram em vigor, sem elo com a segurança: uma emenda constitucional para isentar o IPVA de veículos com mais de 20 anos de fabricação e uma lei de fomento ao microcrédito”.
sábado, 30 de maio de 2026
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