Por Wladimir Pomar, no site Correio da Cidadania:
domingo, 17 de agosto de 2014
A crise da indústria no Brasil
O fim da "dolce vita" de Marina
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Campos e a Teoria da Conspiração
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| ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br |
Isto não é uma piada.
Dilma e Aécio teriam a perder sem Campos na eleição. Quem ganharia, no entanto, seriam alguns setores da economia que sabem que um segundo turno estava ficando distante. Então, esses setores armaram um plano para trocar Campos por Marina na cabeça da chapa causando o acidente. Prova disso é que, nesta sexta, as ações preferencias da Petrobras saltaram 8%, fruto da expectativa da próxima pesquisa eleitoral que deve apontar Marina embolada com os outros dois.
Dilma e Aécio teriam a perder sem Campos na eleição. Quem ganharia, no entanto, seriam alguns setores da economia que sabem que um segundo turno estava ficando distante. Então, esses setores armaram um plano para trocar Campos por Marina na cabeça da chapa causando o acidente. Prova disso é que, nesta sexta, as ações preferencias da Petrobras saltaram 8%, fruto da expectativa da próxima pesquisa eleitoral que deve apontar Marina embolada com os outros dois.
Os lucros das montadoras de automóveis
Por Marcelino Rocha, no site da CTB:
Os metalúrgicos e as metalúrgicas do Brasil vivem um cenário delicado neste momento. É preciso colocarmos o dedo em uma ferida importante, que a cada semana se agrava mais: resolver a situação de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que vêm sendo demitidos por montadoras de veículos e pela cadeia produtiva envolvida nesse processo, em todo o país.
Os metalúrgicos e as metalúrgicas do Brasil vivem um cenário delicado neste momento. É preciso colocarmos o dedo em uma ferida importante, que a cada semana se agrava mais: resolver a situação de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que vêm sendo demitidos por montadoras de veículos e pela cadeia produtiva envolvida nesse processo, em todo o país.
O enterro de Campos e a manipulação
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| Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil |
O povo brasileiro agora vive um de seus maiores desafios. Enfrentar a manipulação emocional de uma tragédia. Eduardo Campos viveu, lutou e morreu. É um brasileiro cuja memória merece ser respeitada.
Entretanto, temos aqui duas tragédias. A primeira é a morte de um quadro político tão jovem. A segunda é: uma eleição que vinha se desenvolvendo até aqui, entre trancos, barrancos e baixarias, de maneira relativamente normal, com escândalos, pesquisas e debates, recebeu o impacto de um fator externo que não tem nada a ver com política.
Entretanto, temos aqui duas tragédias. A primeira é a morte de um quadro político tão jovem. A segunda é: uma eleição que vinha se desenvolvendo até aqui, entre trancos, barrancos e baixarias, de maneira relativamente normal, com escândalos, pesquisas e debates, recebeu o impacto de um fator externo que não tem nada a ver com política.
Marina e PSB: quem engole quem?
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Marina Silva é uma inquilina instalada no condomínio político do PSB. Ingressou no partido porque não conseguiu reunir o número necessário de assinaturas para registrar a Rede Solidariedade, o partido que busca ainda criar. Desde o momento de sua filiação ao PSB, Marina Silva deixou claro que não abandonaria o empenho em fundar a Rede e que se transferiria para ela quando o registro do seu partido fosse, finalmente, concretizado.
A etapa decisiva da campanha eleitoral
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A partir desta semana, abre-se nova etapa da campanha eleitoral, com o início da propaganda partidária no rádio e na televisão.
Importante conquista democrática, a propaganda eleitoral de rádio e TV é necessária para que os candidatos fiquem conhecidos do grande público. Não somente os que disputam os cargos majoritários – a Presidência da República, os governos estaduais e as cadeiras do Senado -, mas também os milhares de candidatos a deputado estadual e federal.
sábado, 16 de agosto de 2014
Cartel do Metrô faz doações para Alckmin
Do site SPpressoSP:
Três empresas, que são acusadas de participar de um cartel, que se favorecia de formação de cartel e de fraudes em licitações do metrô paulista e do Distrito Federal, doaram R$ 4 milhões para a campanha à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Mais grave ainda, uma vez que as investigações indicam que as fraudes ocorreram em governos do PSDB, partido de Alckmin, é que duas das empresas já são rés em processos na Justiça, são elas: Queiróz Galvão, que doou R$ 2 milhões, e CR Almeida, que participou com R$ 1 milhão.
Três empresas, que são acusadas de participar de um cartel, que se favorecia de formação de cartel e de fraudes em licitações do metrô paulista e do Distrito Federal, doaram R$ 4 milhões para a campanha à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Mais grave ainda, uma vez que as investigações indicam que as fraudes ocorreram em governos do PSDB, partido de Alckmin, é que duas das empresas já são rés em processos na Justiça, são elas: Queiróz Galvão, que doou R$ 2 milhões, e CR Almeida, que participou com R$ 1 milhão.
A morte de Campos e a memória de Arraes
Por Mauro Santayana, em seu blog:
A notícia estarreceu o país. Eduardo era uma das mais marcantes lideranças da nova geração de brasileiros, e entrou para a vida pública logo após a formação universitária, como secretário particular do governador Arraes, cargo em que se destacou, e teve suas lições de política. Essa circunstância o aproximou de Aécio Neves, que também foi secretário do avô, Tancredo, e com ele aprendeu as regras básicas da vida pública.
Marina e o vale tudo para o 2º turno
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Com o anúncio pela cúpula nacional do PSB, de que se reunirá na próxima 4ª feira para decidir sobre o candidato que substituirá o ex-governador Eduardo Campos na disputa pelo Planalto, cresce a pressão, principalmente por parte da mídia para que a candidata a vice, Marina Silva, seja a substituta.
Quem está pior, a economia ou a mídia?
Por Fábio Jammal Makhul, na Revista do Brasil:
Não é improvável um espectador do telejornal noturno ter o sono perturbado com vozes soturnas de apresentadores e analistas. Pelo que se vê e se ouve, não se sabe o que aquele apresentador sério quer dizer com “boa noite”. Afinal, a economia do Brasil pode estar à beira da bancarrota. Tampouco se perdoa o “bom dia” do apresentador da manhã, pois os jornais do dia também trarão o apocalipse. Não é para menos.
O ator sueco e a sonegação da Globo
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
Stellan Skarsgard é um ator sueco.
Aos 63 anos, um dos favoritos do cineasta Lars von Trier, tem uma carreira vitoriosa que lhe trouxe fama e dinheiro. Recentemente, ele concedeu uma entrevista na qual reafirmou seu amor pela Suécia.
“Vivo na Suécia porque o imposto é alto, e assim ninguém passa fome. A saúde é boa e gratuita, assim como as escolas e as universidades”, disse ele. “Você prefere pagar imposto alto?”, lhe perguntaram. “Claro. Se você ganha muito dinheiro, como eu, você tem que pagar taxas maiores. Assim, todo mundo tem a oportunidade de ir para a escola e para a universidade. Todos têm também acesso a uma saúde pública de qualidade.”
Stellan Skarsgard é um ator sueco.
Aos 63 anos, um dos favoritos do cineasta Lars von Trier, tem uma carreira vitoriosa que lhe trouxe fama e dinheiro. Recentemente, ele concedeu uma entrevista na qual reafirmou seu amor pela Suécia.
“Vivo na Suécia porque o imposto é alto, e assim ninguém passa fome. A saúde é boa e gratuita, assim como as escolas e as universidades”, disse ele. “Você prefere pagar imposto alto?”, lhe perguntaram. “Claro. Se você ganha muito dinheiro, como eu, você tem que pagar taxas maiores. Assim, todo mundo tem a oportunidade de ir para a escola e para a universidade. Todos têm também acesso a uma saúde pública de qualidade.”
Marina vai apoiar Serra e Alckmin?
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A direita sabia que Dilma Rousseff (PT) ia ganhar no primeiro turno, como o mercado e os editorialistas da grande imprensa já sinalizavam em letras pequenas nas publicações. Agora, eles estão em festa em cima do cadáver insepulto de Eduardo Campos, pois acham que com Marina levarão a eleição para o segundo turno.
O jornal Estado de S. Paulo dá em manchete o que os tucanos tanto querem: Marina candidata a presidente, desde que ela respeite os acordos regionais.
Cantanhêde e a ofensiva das hienas
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Que Marina Silva tem o direito de pretender ser a candidata do grupo que apoiava Eduardo Campos, não há nada a discutir.
Quanto ao direito do PSB de avaliar se alguém que entrou no partido como “carona” possa representá-lo, também não há questionamento moral possível.
A democracia se exerce, aliás, através dos partidos.
A dócil imprensa de Minas Gerais
Por Vinicius Gomes, na revista Fórum:
“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade” – George Orwell
Segunda-feira (4), 18h52. O portal R7 publica um artigo assinado por Helcio Zolini, diretor institucional da Rede Record de Minas Gerais, com o título “Agora essa: Aeroporto de Cláudio pode ter servido ao tráfico de drogas”. Menos de 24 horas depois, o artigo é retirado do ar. O que aconteceu no ínterim desses dois momentos é uma das mais perfeitas sínteses do relacionamento entre o governo do estado de Minas Gerais e a sua imprensa há mais de 10 anos: algumas ligações da assessoria do ex-governador, senador e agora presidenciável Aécio Neves para o alto escalão da rede de notícias e a matéria é excluída. Não que isso fizesse alguma diferença àquela altura, uma vez que o artigo tornou-se em pouco tempo um viral, com dezenas de milhares de visualizações e pelo menos 12 mil compartilhamentos nas redes sociais antes que os telefonemas acontecessem.
“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade” – George Orwell
Segunda-feira (4), 18h52. O portal R7 publica um artigo assinado por Helcio Zolini, diretor institucional da Rede Record de Minas Gerais, com o título “Agora essa: Aeroporto de Cláudio pode ter servido ao tráfico de drogas”. Menos de 24 horas depois, o artigo é retirado do ar. O que aconteceu no ínterim desses dois momentos é uma das mais perfeitas sínteses do relacionamento entre o governo do estado de Minas Gerais e a sua imprensa há mais de 10 anos: algumas ligações da assessoria do ex-governador, senador e agora presidenciável Aécio Neves para o alto escalão da rede de notícias e a matéria é excluída. Não que isso fizesse alguma diferença àquela altura, uma vez que o artigo tornou-se em pouco tempo um viral, com dezenas de milhares de visualizações e pelo menos 12 mil compartilhamentos nas redes sociais antes que os telefonemas acontecessem.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
CartaCapital: Quanto valem os 20 anos?
Por Mino Carta, na revista CartaCapital:
Esta é a edição do 20º aniversário de CartaCapital. A ocasião oferece óbvios motivos de satisfação a quem a publica e aos seus leitores. Mas a fatalidade interfere com indiferença feroz na vida do País e lança uma sombra de profunda tristeza sobre nossa celebração.
Estamos envolvidos no pesar da nação, golpeada pelo desaparecimento de Eduardo Campos, o jovem líder pernambucano herdeiro de notáveis tradições, candidato à Presidência da República nas próximas eleições, já intérprete de um papel importante e certamente destinado a um futuro decisivo na política brasileira.
Estamos envolvidos no pesar da nação, golpeada pelo desaparecimento de Eduardo Campos, o jovem líder pernambucano herdeiro de notáveis tradições, candidato à Presidência da República nas próximas eleições, já intérprete de um papel importante e certamente destinado a um futuro decisivo na política brasileira.
Marina é o nome do mercado e da mídia
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
De volta à lida política, 48 horas após a tragédia de Santos, dois pontos se destacam no noticiário desta sexta-feira (15) e só o imponderável poderá impedir que sejam confirmados pelos fatos: a ex-senadora Marina Silva será a candidata a presidente em substituição a Eduardo Campos na coligação liderada pelo PSB, e o governador Geraldo Alckmin, do PSDB, está praticamente reeleito em primeiro turno, segundo o último Datafolha.
Manifesto contra a inquisição na PUC-SP
Do site Outras Palavras:
Uma carta disparada semana passada em apoio aos professores Peter Pál Perlbart, Jonnefer Barbosa e Yolanda Gloria Gamboa Muñoz, perseguidos pela reitora Anna Cintra da PUC-SP e o cardeal de São Paulo Dom Odilo Scherer, já conta com o apoio de mais de 1.500 assinaturas. Os professores são acusados de terem atentado contra o “patrimônio moral” da universidade, e estimulado a “indisciplina entre os discentes” ao convidarem o diretor de teatro Zé Celso a apresentar trecho de uma peça, durante a greve de 2012. Entre as assinaturas, há intelectuais de renome internacional e personalidades progressistas, como Antonio Negri, Tarso Genro, Marilena Chauí, Maria Rita Kehl, Michael Hardt, Maurizio Lazzarato, Tomie Othake, José Miguel Wisnik, Ricardo Musse, Vladimir Safatle, Raquel Rolnik e muitos outros.
Confira a carta e assine você também.
Confira a carta e assine você também.
PSB não é um assunto familiar
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
Essa situação permite entender a reação de Antônio Campos, irmão do candidato do PSB. Na quinta-feira, 24 horas depois da tragédia, Antonio Campos, divulgou uma carta sobre o futuro do partido na campanha presidencial, onde defendia a escolha de Marina Silva para disputar a presidência.
O poder dissimulado no luto
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
O tabuleiro da política brasileira começa a se reorganizar, mesmo antes que sejam compostos os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos para a cerimônia fúnebre. Ainda sob o efeito da tragédia e do espanto, as duas forças hegemônicas do sistema partidário fazem os primeiros movimentos para obter o máximo proveito da tragédia, sem que pareçam estar interessadas no espólio do candidato desaparecido.
O tabuleiro da política brasileira começa a se reorganizar, mesmo antes que sejam compostos os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos para a cerimônia fúnebre. Ainda sob o efeito da tragédia e do espanto, as duas forças hegemônicas do sistema partidário fazem os primeiros movimentos para obter o máximo proveito da tragédia, sem que pareçam estar interessadas no espólio do candidato desaparecido.
Marina: a tábua de salvação da direita
Por Emir Sader, no site Carta Maior:
A campanha eleitoral transcorria modorrenta, com resignação por parte da oposição. Tinha esgotado os graus de manipulação dos resultados de pesquisa, conseguindo, no máximo, passar a ideia de que os escândalos não tinham feito baixar o apoio ao Aécio.
As acusações ao governo já chegavam ao nível patético do caso da Wikipedia, não sobrava muito, nem para as perguntas à Dilma no JN. Tinham conseguido subir o máximo possível ao pastor. Aécio e Eduardo Campos ficavam nos seus patamares consolidados, as entrevistas dos dois no JN não entusiasmavam a ninguém.
A campanha eleitoral transcorria modorrenta, com resignação por parte da oposição. Tinha esgotado os graus de manipulação dos resultados de pesquisa, conseguindo, no máximo, passar a ideia de que os escândalos não tinham feito baixar o apoio ao Aécio.
As acusações ao governo já chegavam ao nível patético do caso da Wikipedia, não sobrava muito, nem para as perguntas à Dilma no JN. Tinham conseguido subir o máximo possível ao pastor. Aécio e Eduardo Campos ficavam nos seus patamares consolidados, as entrevistas dos dois no JN não entusiasmavam a ninguém.
O Datafolha e os rumos da eleição
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Sonegação da Globo está na web!
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:
A trágica morte de Eduardo Campos fez passar despercebido o vazamento da íntegra do processo de sonegação da Rede Globo.
Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis nos seguintes links:
Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis nos seguintes links:
Todos pela reforma política!
Por Vinícius dos Santos, na revista Teoria e Debate:
Marina pode atropelar os tucanos?
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Com o olhar compungido, Marina Silva surge numa sala apertada, para o primeiro pronunciamento depois da morte de Eduardo Campos. Não fala de temas eleitorais, oferece “apenas” conforto à família do candidato morto. Não tem pompa nem pose, não quer parecer uma “estadista”…
Assisto à cena na Redação. Uma colega, menos afeita aos temas da política, pergunta: “quando será que ela começa a campanha pra valer? Precisa esperar uns dias, né?”.
Lei da TV paga: uma pequena revolução
Por Felipe Bianchi, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:
Por mais que este tema raramente seja visto na televisão, acredite: ele está presente na programação diária da sua telinha. O debate e a regulação da TV por assinatura são fundamentais para garantir mais democracia e diversidade no que é oferecido ao consumidor – atualmente, mais de 52 milhões de brasileiros têm acesso ao serviço.
Por mais que este tema raramente seja visto na televisão, acredite: ele está presente na programação diária da sua telinha. O debate e a regulação da TV por assinatura são fundamentais para garantir mais democracia e diversidade no que é oferecido ao consumidor – atualmente, mais de 52 milhões de brasileiros têm acesso ao serviço.
Novas ações subversivas dos EUA em Cuba
Do site Vermelho:
Fontes diplomáticas cubanas informaram que o país solicitou ao secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a publicação de documentos oficiais com denúncias sobre novas ações subversivas estadunidenses contra a ilha.
Fontes diplomáticas cubanas informaram que o país solicitou ao secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a publicação de documentos oficiais com denúncias sobre novas ações subversivas estadunidenses contra a ilha.
Lewandowski preside o STF. O que muda?
Por Altamiro Borges
O ministro Ricardo Lewandowski foi eleito nesta quarta-feira (13) para presidir o Supremo Tribunal Federal (STF) pelos próximos dois anos. Após a votação, que seguiu a tradição da casa que sempre elege o ministro com mais tempo de corte que nunca assumiu a presidência, Lewandowski afirmou que “irá honrar as tradições mais que seculares do STF e cumprir e fazer respeitar a consagrada liturgia”. É certo que o Supremo não tem “tradições” assim tão sadias – foi responsável, entre outros crimes, pela cassação do registro do Partido Comunista em 1947, pela deportação de Olga Benário para a Alemanha nazista e pelo reconhecimento do golpe militar de 1964.
O ministro Ricardo Lewandowski foi eleito nesta quarta-feira (13) para presidir o Supremo Tribunal Federal (STF) pelos próximos dois anos. Após a votação, que seguiu a tradição da casa que sempre elege o ministro com mais tempo de corte que nunca assumiu a presidência, Lewandowski afirmou que “irá honrar as tradições mais que seculares do STF e cumprir e fazer respeitar a consagrada liturgia”. É certo que o Supremo não tem “tradições” assim tão sadias – foi responsável, entre outros crimes, pela cassação do registro do Partido Comunista em 1947, pela deportação de Olga Benário para a Alemanha nazista e pelo reconhecimento do golpe militar de 1964.
O "aecioporto" e o incêndio em Cláudio
Por Altamiro Borges
O Portal G1, da poderosa Rede Globo, deu uma notinha minúscula, quase imperceptível, nesta quarta-feira: “Um incêndio foi registrado em um lote vago na noite de segunda-feira (11) e atingiu um galpão da Prefeitura de Cláudio, que fica ao lado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas ficaram confinadas em um cômodo de aproximadamente 9 m² no segundo andar. As chamas destruíram a sala onde ficavam arquivos, computadores, materiais de escritório e tecidos. Apesar disso, ninguém ficou ferido”.
O Portal G1, da poderosa Rede Globo, deu uma notinha minúscula, quase imperceptível, nesta quarta-feira: “Um incêndio foi registrado em um lote vago na noite de segunda-feira (11) e atingiu um galpão da Prefeitura de Cláudio, que fica ao lado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas ficaram confinadas em um cômodo de aproximadamente 9 m² no segundo andar. As chamas destruíram a sala onde ficavam arquivos, computadores, materiais de escritório e tecidos. Apesar disso, ninguém ficou ferido”.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Globo sabota Padilha em São Paulo
Por Altamiro Borges
A TV Globo nem disfarça mais a sua torcida pela reeleição de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. Além de camuflar o caos que impera no Estado gerido pelo PSDB há quase duas décadas – falta de água em bairros da capital e da região metropolitana, aumento da violência urbana, superlotação e panes constantes no Metrô e CPTM, entre outras chagas –, a emissora decidiu sabotar explicitamente a campanha do petista Alexandre Padilha. Os seus telejornais foram orientados pelos chefões do império global a não divulgarem as atividades do candidato. A desculpa, bem tacanha, é de que o petista não superou o patamar estabelecido de 6% nas pesquisas de intenção de voto.
A TV Globo nem disfarça mais a sua torcida pela reeleição de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. Além de camuflar o caos que impera no Estado gerido pelo PSDB há quase duas décadas – falta de água em bairros da capital e da região metropolitana, aumento da violência urbana, superlotação e panes constantes no Metrô e CPTM, entre outras chagas –, a emissora decidiu sabotar explicitamente a campanha do petista Alexandre Padilha. Os seus telejornais foram orientados pelos chefões do império global a não divulgarem as atividades do candidato. A desculpa, bem tacanha, é de que o petista não superou o patamar estabelecido de 6% nas pesquisas de intenção de voto.
O jornalismo no divã do cinema
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| Jorge Furtado |
Em 1625, o dramaturgo inglês Ben Jonson escreveu a peça The Staple of News, sobre uma atividade que começava a nascer: o jornalismo impresso. O texto jamais havia sido traduzido para o português, até o cineasta gaúcho Jorge Furtado descobri-la e decidir montar a peça e levá-la ao cinema. Diretor de grandes títulos nacionais como Ilha das Flores, O Dia em que Dorival Encarou a Guarda, O Homem que Copiava, Meu Tio Matou um Cara e Saneamento Básico, Furtado lança neste agosto o documentário O Mercado de Notícias, inspirado na peça do autor contemporâneo de Shakespeare, para discutir a qualidade do jornalismo praticado no Brasil.
O fator Marina Silva nas eleições
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
E agora?
A morte de Eduardo Campos embaralha o quadro das eleições presidenciais.
Já se desenhara, uma vez mais, a polarização entre PT e PSDB, dadas as baixas intenções de voto de Campos.
A provável indicação de Marina para o lugar de Campos muda as coisas.
E agora?
A morte de Eduardo Campos embaralha o quadro das eleições presidenciais.
Já se desenhara, uma vez mais, a polarização entre PT e PSDB, dadas as baixas intenções de voto de Campos.
A provável indicação de Marina para o lugar de Campos muda as coisas.
Desculpas israelenses são insuficientes
Por Mauro Santayana, em seu blog:
Campos e a abjeta pesquisa Datafolha
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| pataxocartoons.blogspot.com.br |
O acidente que vitimou Eduardo Campos ocorreu por volta de dez horas. Sua morte foi, infelizmente, confirmada por volta do meio-dia.
Pouco depois, a alta direção do Datafolha, numa atitude abjeta e desprovida de qualquer valor moral e humano preparava, com esmero, as perguntas para registrar uma pesquisa, às pressas, para ver com quem ficaria o espólio eleitoral do morto, para ser colocada nas ruas amanhã.
Nome de Marina não é tão certo assim!
Por Renato Rovai, em seu blog:
Quem conhece um pouco mais do estilo Marina Silva sabe que ela não admitirá que se trate de qualquer coisa que não seja a dor da perda de Eduardo Campos nos próximos dias. A tendência é que a ex-senadora participe das despedidas de Campos e se recolha. O tempo de Marina não será o tempo da política tradicional.
Quem conhece um pouco mais do estilo Marina Silva sabe que ela não admitirá que se trate de qualquer coisa que não seja a dor da perda de Eduardo Campos nos próximos dias. A tendência é que a ex-senadora participe das despedidas de Campos e se recolha. O tempo de Marina não será o tempo da política tradicional.
Campos decidiu ser candidato em 2012
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| Foto: Breno Laprovitera/ ALEPE |
Perdeu a política brasileira, já tão pobre. A morte de Eduardo Henrique Accioly Campos, aos 49 anos, é uma tragédia não apenas para a família, os amigos e os seus eleitores, mas também para o país. Meu sempre cordial amigo Eduardo era a melhor expressão das nossas novas lideranças políticas, tão raras neste Brasil do século 21. Descobri isso quando fiz com ele duas longas entrevistas, em 2010 e 2012, as primeiras de repercussão nacional, quando ainda era um líder regional.
Tragédia roubou uma liderança promissora
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| Foto: ARQUIVO CENTRAL ALEPE |
Uma tragédia roubou da nação uma liderança renovadora e promissora. Compartilhamos do espanto e da dor que o Brasil sente pela morte do presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e candidato a presidente da República, Eduardo Campos. Expressamos aos companheiros do PSB nosso apoio e condolências. Enviamos à sua esposa Renata e a seus filhos, à sua mãe Ana Arraes, nossos sentimentos e o abraço afetuoso dos comunistas nesta hora difícil. Condolências extensivas aos familiares das demais vítimas dessa tragédia.
Marina será mesmo a herdeira de Campos?
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| pigimprensagolpista.blogspot.com.br |
Após a morte de Eduardo Campos, candidato do PSB à Presidência da República, a ex-senadora Marina Silva, vice em sua chapa, é apontada como sucessora natural do pernambucano. A entrada de Marina no cenário eleitoral, que causa apreensão nas campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), é, no entanto, ainda incerta.
O imponderável assombra a imprensa
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
A morte trágica do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos interrompe o processo político iniciado com a série de entrevistas de candidatos à Presidência da República no Jornal Nacional da TV Globo. Campos foi surpreendido pela tragédia quando ainda estava celebrando o que considerava um bom desempenho diante da bancada que conta com a maior audiência entre os telejornais. Alguns analistas já ponderavam que esse seria o ponto zero de sua candidatura, empacada em torno de 8% nas pesquisas de intenção de voto.
Os conservadores preferem Marina Silva
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
O maior é o receio de que Aécio Neves já tenha chegado a seu limite eleitoral – muito longe daquilo que seria necessário para dar a seus aliados esperanças reais de vencer o pleito – e é preciso encontrar um atalho para tentar derrotar Dilma. Desse ponto de vista, a oportunidade-Marina veio a calhar.
A escalada do ódio político no Brasil
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
“Cinquenta (…) anos atrás [1957], um jovem fotógrafo do Arkansas Democrat (…) foi cobrir o primeiro dia de aula de um grupo de estudantes negros na maior e melhor escola média de Little Rock [Arkansas, EUA]. Esse pedaço de história ficou gravado no negativo de número 15.
Morte de Campos traz caos às análises
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| Foto: Arquivo PSB |
“Nada será fácil: as escadas
não serão o fim da viagem:
mas darão o duro direito
de, subindo-as, permanecermos.”
O poema de Alberto da Cunha Melo, um dos grandes nomes da literatura pernambucana, encaixa-se bem na atual conjuntura.
A trajetória de Campos não se encerraria com as eleições deste ano. Mesmo não ganhando, ele ganharia recall eleitoral e, portanto, subindo, ali permaneceria, pronto para ser candidato em outra oportunidade. Mas nada seria fácil. Ele também poderia sair menor do que entrou.
Campos morre e urubus fazem contas
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| Foto: Breno Laprovitera/ ALEPE |
Os corpos ainda não haviam sido localizados. Os bombeiros ainda procuravam as caixas pretas do avião em que viajavam Eduardo Campos e mais seis pessoas. Mas o “mercado” e a gloriosa mídia brasileira já faziam suas contas.
O Blog da Maria Frô captou bem essa onda que foi invadindo a internet durante esse trágico 13 de agosto. A “Veja” especula com números da Bolsa. A “Folha” adianta-se e faz pesquisas, já perguntando: “ontem, o candidato Eduardo Campos morreu em um acidente de avião; na sua opinião o PSB deveria: 1 lançar Marina Silva como candidata a presidente, 2 lançar outro candidato…”
Três caminhos diante de Marina Silva
Por Antonio Martins, no site Outras Palavras:
A morte trágica de Eduardo Campos, a apenas 50 dias das eleições de 5 de outubro, deixa em aberto a disputa pela presidência do Brasil. Volta todas as atenções, num primeiro momento, para Marina Silva, a vice de Eduardo que optou por não concorrer ao Palácio do Planalto há dez meses, quando trocou o posto promissor de segunda colocada nas pesquisas por um projeto de médio prazo – o de construir sua Rede ao abrigo do PSB.
A morte trágica de Eduardo Campos, a apenas 50 dias das eleições de 5 de outubro, deixa em aberto a disputa pela presidência do Brasil. Volta todas as atenções, num primeiro momento, para Marina Silva, a vice de Eduardo que optou por não concorrer ao Palácio do Planalto há dez meses, quando trocou o posto promissor de segunda colocada nas pesquisas por um projeto de médio prazo – o de construir sua Rede ao abrigo do PSB.
A energia e os profetas do apocalipse
Por Altamiro Borges
A mídia hegemônica é despudorada no seu ativismo político. Há muito tempo ela perdeu qualquer compromisso com o jornalismo e se comporta como um autêntico “partido do capital”, segundo a clássica definição do revolucionário italiano Antonio Gramsci. O caso da crise da água em São Paulo e da pretensa crise energética no Brasil é emblemático neste sentido. As redações da mídia monopolizada, a maioria sediadas na capital paulista, evitam dar destaque para o racionamento que já afeta dezenas de milhares de residências, prejudica a indústria e atinge até bairros da chamada classe média, como a charmosa Vila Madalena. Tudo é feito para blindar o governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição.
A mídia hegemônica é despudorada no seu ativismo político. Há muito tempo ela perdeu qualquer compromisso com o jornalismo e se comporta como um autêntico “partido do capital”, segundo a clássica definição do revolucionário italiano Antonio Gramsci. O caso da crise da água em São Paulo e da pretensa crise energética no Brasil é emblemático neste sentido. As redações da mídia monopolizada, a maioria sediadas na capital paulista, evitam dar destaque para o racionamento que já afeta dezenas de milhares de residências, prejudica a indústria e atinge até bairros da chamada classe média, como a charmosa Vila Madalena. Tudo é feito para blindar o governador Geraldo Alckmin (PSDB), candidato à reeleição.
Economia despenca 6,8%... no Japão!
Por Altamiro Borges
Pelo noticiário apocalíptico da mídia tucana, o Brasil parece ser o único país do planeta com dificuldades na economia. Os urubólogos de plantão nos jornalões e nos telejornais fazem os prognósticos mais sombrios, garantindo que rumamos para a estagflação – uma combinação explosiva de estagnação econômica com inflação na estratosfera. Os dados oficiais, porem, negam estas previsões. O governo reconhece os obstáculos, mas argumenta que a economia segue crescendo e explica que as atuais dificuldades decorrem da grave crise capitalista mundial. Mas a mídia tucana desconsidera estes fatos e tenta ofuscar a realidade. Nesta semana, o Japão confirmou que a sua economia encolheu 6,8% entre abril e junho.
Pelo noticiário apocalíptico da mídia tucana, o Brasil parece ser o único país do planeta com dificuldades na economia. Os urubólogos de plantão nos jornalões e nos telejornais fazem os prognósticos mais sombrios, garantindo que rumamos para a estagflação – uma combinação explosiva de estagnação econômica com inflação na estratosfera. Os dados oficiais, porem, negam estas previsões. O governo reconhece os obstáculos, mas argumenta que a economia segue crescendo e explica que as atuais dificuldades decorrem da grave crise capitalista mundial. Mas a mídia tucana desconsidera estes fatos e tenta ofuscar a realidade. Nesta semana, o Japão confirmou que a sua economia encolheu 6,8% entre abril e junho.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Tarso dá apoio aos demitidos da RBS
Por Altamiro Borges
Ironia da história. O Grupo RBS, proprietário do jornal “Zero Hora” e de várias emissoras de tevê e rádio, é a principal força opositora ao governo de Tarso Genro (PT-RS). Desde o início do seu mandato, em janeiro de 2010, os veículos deste império midiático regional não dão um minuto de trégua ao governador gaúcho. Na semana passada, o empresário-carrasco Eduardo Sirotsky Melzer demitiu sumariamente 130 “colegas” da RBS e ainda enviou uma cartinha pedindo “desapego” às vítimas. Já nesta segunda-feira (12), o governador Tarso Genro manifestou o seu apoio aos desempregados e ofereceu acesso aos programas do governo de incentivo à qualificação e à recolocação do mercado de trabalho.
Ironia da história. O Grupo RBS, proprietário do jornal “Zero Hora” e de várias emissoras de tevê e rádio, é a principal força opositora ao governo de Tarso Genro (PT-RS). Desde o início do seu mandato, em janeiro de 2010, os veículos deste império midiático regional não dão um minuto de trégua ao governador gaúcho. Na semana passada, o empresário-carrasco Eduardo Sirotsky Melzer demitiu sumariamente 130 “colegas” da RBS e ainda enviou uma cartinha pedindo “desapego” às vítimas. Já nesta segunda-feira (12), o governador Tarso Genro manifestou o seu apoio aos desempregados e ofereceu acesso aos programas do governo de incentivo à qualificação e à recolocação do mercado de trabalho.
Portal Terra demite 100 profissionais
Por Altamiro Borges
A situação dos grandes grupos de mídia não está fácil. Os patrões ficam cada dia mais ricos; já os trabalhadores são mandados para o olho da rua ou têm seus direitos e salários reduzidos. Nesta quarta-feira (13), o site de notícias Terra confirmou a demissão de cerca de 100 profissionais. Em São Paulo, mais de 50 trabalhadores foram cortados, incluindo toda a equipe de fotografia. Já em Porto Alegre, 16 funcionários foram desligados, sobrando apenas quatro jornalistas. Segundo o Portal Imprensa, cerca de 50% da redação do site será descartada sumariamente. “O Terra alegou que o portal passará por uma reformulação. Há indícios de que o site deixará de ser atualizado online”.
A situação dos grandes grupos de mídia não está fácil. Os patrões ficam cada dia mais ricos; já os trabalhadores são mandados para o olho da rua ou têm seus direitos e salários reduzidos. Nesta quarta-feira (13), o site de notícias Terra confirmou a demissão de cerca de 100 profissionais. Em São Paulo, mais de 50 trabalhadores foram cortados, incluindo toda a equipe de fotografia. Já em Porto Alegre, 16 funcionários foram desligados, sobrando apenas quatro jornalistas. Segundo o Portal Imprensa, cerca de 50% da redação do site será descartada sumariamente. “O Terra alegou que o portal passará por uma reformulação. Há indícios de que o site deixará de ser atualizado online”.
Arruda impugnado; Aécio chamuscado!
Por Altamiro Borges
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal decidiu nesta terça-feira (12) impugnar a candidatura ao governo de José Roberto Arruda (PR) com base na Lei da Ficha Limpa. Na mesma sessão, o TRE-DF também cassou o registro de Jaqueline Roriz (PMN) ao cargo de deputada federal. O órgão acatou pedido feito pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que entendeu que o ex-governador do DEM e a ex-deputada Jacqueline Roriz não poderiam concorrer ao pleito por terem sido condenados em segunda instância por crime de improbidade administrativa. A decisão acaba respingando em Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, que contava com o apoio ostensivo do ex-demo.
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal decidiu nesta terça-feira (12) impugnar a candidatura ao governo de José Roberto Arruda (PR) com base na Lei da Ficha Limpa. Na mesma sessão, o TRE-DF também cassou o registro de Jaqueline Roriz (PMN) ao cargo de deputada federal. O órgão acatou pedido feito pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que entendeu que o ex-governador do DEM e a ex-deputada Jacqueline Roriz não poderiam concorrer ao pleito por terem sido condenados em segunda instância por crime de improbidade administrativa. A decisão acaba respingando em Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, que contava com o apoio ostensivo do ex-demo.
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