terça-feira, 19 de agosto de 2014
Marina respeitará acordos de Campos?
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A ex-verde Marina Silva deverá ser confirmada como presidenciável do PSB nesta quarta-feira (20), mas já se encontra diante de um enorme dilema: ela será programática, como sempre alardeou a “sonhática” defensora da “nova política”, ou pragmática? Segundo o noticiário da mídia, que não esconde a sua excitação com a candidatura da ex-senadora do Acre, o PSB elaborou um “inventário” com todos os acordos políticos e financeiros firmados por Eduardo Campos. “Como vice, Marina foi mantida à margem destas negociações. Como cabeça da chapa, será convidada a avalizar os entendimentos – inclusive os que foram celebrados com partidos e candidatos que ela rejeita”, descreve Josias de Souza, o blogueiro da Folha.
Produção industrial cai... na Europa!
Por Altamiro Borges
A mídia colonizada, que adora bajular os EUA e a Europa, deu pouco destaque para uma importante notícia na semana passada. Segundo dados oficiais, a produção industrial na zona do euro caiu 0,3% em junho, mantendo a tendência de queda já registrada no mês anterior – que foi ainda pior, com retração de 1,1%. Segundo a agência Reuters, este novo recuo abalou as esperanças na recuperação da economia do velho continente. “Esse é um número bastante decepcionante após a contração já forte em maio”, lamentou o economista chefe da consultoria ING Peter Vanden Houte. O “deus-mercado” tinha uma expectativa de que a produção industrial cresceria 0,3% no mês passado.
A mídia colonizada, que adora bajular os EUA e a Europa, deu pouco destaque para uma importante notícia na semana passada. Segundo dados oficiais, a produção industrial na zona do euro caiu 0,3% em junho, mantendo a tendência de queda já registrada no mês anterior – que foi ainda pior, com retração de 1,1%. Segundo a agência Reuters, este novo recuo abalou as esperanças na recuperação da economia do velho continente. “Esse é um número bastante decepcionante após a contração já forte em maio”, lamentou o economista chefe da consultoria ING Peter Vanden Houte. O “deus-mercado” tinha uma expectativa de que a produção industrial cresceria 0,3% no mês passado.
Marina sobe, mas Aécio e Dilma não caem
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
Como já se podia prever, a primeira pesquisa pós-tragédia mostra um crescimento do PSB, com Marina Silva em lugar de Eduardo Campos. A surpresa foi outra: Dilma Rousseff e Aécio Neves não perderam nenhum voto, ficando exatamente onde estavam na pesquisa anterior.
Politicologos, pesquisólogos, futurólogos e profetas em geral, passaram os últimos dias especulando sobre quem perderia mais votos para Marina, se Dilma ou Aécio. Pois erraram todos, como mostra a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira. Por isso, acho melhor fazer previsões só depois do fato consumado, como ensinava Marco Maciel, velho sábio pernambucano.
Politicologos, pesquisólogos, futurólogos e profetas em geral, passaram os últimos dias especulando sobre quem perderia mais votos para Marina, se Dilma ou Aécio. Pois erraram todos, como mostra a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira. Por isso, acho melhor fazer previsões só depois do fato consumado, como ensinava Marco Maciel, velho sábio pernambucano.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Bonner quis falar mais que Dilma no JN
Por Renato Rovai, em seu blog:
O discreto charme de Marina Silva
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Um governo Marina é a garantia da traição a um dos lados que hoje a apoiam.
Campos: uma análise política da mídia
Por João Feres Junior, no site Carta Maior:
Uma capa de jornal pode conter muita coisa. A capa de O Globo do dia 15 de agosto de 2014 contém um resumo da postura da grande mídia perante a cobertura das eleições e, ao mesmo tempo, a encruzilhada onde se encontra.
Jornal Nacional: Dilma demite Bonner!
Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada:
Deu-se mal.
Numa televisão séria, Bonner teria voltado para o Rio sem emprego.
Dilma não se deixou emparedar e assumiu o controle de todas as respostas.
Marina é problema de Aécio, não de Dilma
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania:
Pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial recém-divulgada traz más notícias, sim, mas não para Dilma. Quem se deu mal com a reviravolta no quadro eleitoral foi Aécio Neves e até os “nanicos”, que já chegaram a somar 9 pontos percentuais e agora somam 5.
Para este Blog, nenhuma surpresa. No começo da tarde de sábado, este que escreve já avisava, via Twitter, o que o Datafolha mostraria.
Pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial recém-divulgada traz más notícias, sim, mas não para Dilma. Quem se deu mal com a reviravolta no quadro eleitoral foi Aécio Neves e até os “nanicos”, que já chegaram a somar 9 pontos percentuais e agora somam 5.
Para este Blog, nenhuma surpresa. No começo da tarde de sábado, este que escreve já avisava, via Twitter, o que o Datafolha mostraria.
Marina entre a Bíblia e a Constituição
Por Marcelo Hailer, na revista Fórum:
O PSB (Partido Socialista Brasileiro) deve oficializar o nome de Marina Silva como candidata à presidência da República nesta quarta-feira (20). Porém, seu nome já é fato e os setores mais conservadores da sociedade brasileira, que pregam o discurso do voto anti-PT, vitaminam a candidatura da ex-verde pois, como mostra o Datafolha de hoje, é a única com força de levar o embate eleitoral para o segundo turno. Porém, Silva é mais incógnita do que certezas.
O PSB (Partido Socialista Brasileiro) deve oficializar o nome de Marina Silva como candidata à presidência da República nesta quarta-feira (20). Porém, seu nome já é fato e os setores mais conservadores da sociedade brasileira, que pregam o discurso do voto anti-PT, vitaminam a candidatura da ex-verde pois, como mostra o Datafolha de hoje, é a única com força de levar o embate eleitoral para o segundo turno. Porém, Silva é mais incógnita do que certezas.
Marina passa Aécio e se diz o "novo"
Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador:
Nunca dantes na história desse país, um candidato lançou-se à presidência debruçado sobre um caixão. Deu-se no Recife, com ampla cobertura da Globo, aquilo que Alexandre Cesar Costa Teixeira (blog Megacidadania) chamou de “palancório”: mistura de palanque com velório. Marina apareceu sorrindo nas fotos ao lado do caixão.
Nunca dantes na história desse país, um candidato lançou-se à presidência debruçado sobre um caixão. Deu-se no Recife, com ampla cobertura da Globo, aquilo que Alexandre Cesar Costa Teixeira (blog Megacidadania) chamou de “palancório”: mistura de palanque com velório. Marina apareceu sorrindo nas fotos ao lado do caixão.
Marina e o mito da terceira via
Imaginar que Marina Silva pode ser enfeitada com características que envolvem uma concepção peculiar de luta política, um método de alcançar seus objetivos - e não apenas traços de personalidade - pode até ajudar o esforço de quem procura transformar a ex-ministra do Meio Ambiente em herdeira natural de Eduardo Campos, político conhecido pela capacidade de agregar e somar.
Quando a política supera o decoro
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
Os jornais fizeram no fim de semana uma intensa cobertura dos funerais do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e ofereceram abundantes opiniões sobre como sua morte poderá alterar a disputa pela Presidência da República.
No domingo (17/8), concentraram-se as apostas no potencial de votos da ex-senadora Marina Silva, provável sucessora de Campos na cabeça da chapa do Partido Socialista Brasileiro. Na segunda-feira (18), a manchete do Estado de S.Paulo sintetiza o que representou o cortejo que levou o esquife do candidato falecido ao cemitério: “Campos é enterrado em clima eleitoral”.
No domingo (17/8), concentraram-se as apostas no potencial de votos da ex-senadora Marina Silva, provável sucessora de Campos na cabeça da chapa do Partido Socialista Brasileiro. Na segunda-feira (18), a manchete do Estado de S.Paulo sintetiza o que representou o cortejo que levou o esquife do candidato falecido ao cemitério: “Campos é enterrado em clima eleitoral”.
O que resta à direita latino-americana
Por Emir Sader, na Rede Brasil Atual:
A direita latino-americana já teve várias fisionomias: economias primário-exportadoras e regimes políticos oligárquicos, ditaduras e governos neoliberais. Nenhuma parece suficientemente atraente para fazê-la voltar ao governo onde deixou de sê-lo. O modelo primário exportador sofreu golpe mortal com a crise de 1929. As ditaduras serviram para brecar avanços políticos das esquerdas surgidas ou fortalecidas na reação àquela crise.
Como Marina muda a disputa
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
Aos poucos vai ficando mais claro o impacto de Marina nas eleições.
É uma mudança enorme por uma razão básica: sai um candidato fraco e entra um candidato forte.
Perde Dilma e perde Aécio.
A questão é: qual o tamanho da perda de cada um?
O desconforto com o atual governo
Por Marcio Pochmann, no site Brasil Debate:
Neste ano em que o Brasil realiza a sua sétima eleição presidencial desde o fim da ditadura militar (1964-1984), podem ser identificados alguns sinais de desconforto com o governo da presidenta Dilma.
Em geral, localiza-se no segmento detentor do maior nível de renda a parcela significativa de reclamações, o que possivelmente aponta para as dores do parto da nova sociedade fluida em construção no País.
Neste ano em que o Brasil realiza a sua sétima eleição presidencial desde o fim da ditadura militar (1964-1984), podem ser identificados alguns sinais de desconforto com o governo da presidenta Dilma.
Em geral, localiza-se no segmento detentor do maior nível de renda a parcela significativa de reclamações, o que possivelmente aponta para as dores do parto da nova sociedade fluida em construção no País.
domingo, 17 de agosto de 2014
A máquina abandonou Aécio?
Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:
Há um surdo desespero na campanha do PSDB.
Assistem, sem outra reação que não a do sinceríssimo Reinaldo Azevedo, o movimento da imensa máquina de propaganda da mídia em favor de Marina Silva, tranformada em mater dolorosa de Eduardo Campos, com quem – todos sabem – mantinha uma relação de convivência eleitoral, ao ponto de, mês e meio atrás, ter mandando divulgar nota dizendo que a aliança PSB-Rede tinha data para acabar.
Há um surdo desespero na campanha do PSDB.
Assistem, sem outra reação que não a do sinceríssimo Reinaldo Azevedo, o movimento da imensa máquina de propaganda da mídia em favor de Marina Silva, tranformada em mater dolorosa de Eduardo Campos, com quem – todos sabem – mantinha uma relação de convivência eleitoral, ao ponto de, mês e meio atrás, ter mandando divulgar nota dizendo que a aliança PSB-Rede tinha data para acabar.
GloboNews esconde emoção de Lula
Por Luiz Carlos Azenha, do Recife, no blog Viomundo:
Observando um resumo da cobertura da GloboNews do velório de Eduardo Campos, em Recife, por volta das 14:30.
Nas imagens, destaque para José Serra, candidato ao Senado em São Paulo, que enfrenta o petista Eduardo Suplicy - que, aliás, conta com o apoio de Marina Silva. Foi mostrado três vezes. Também de forma simpática apareceram Aécio Neves e, ao longe, o governador Geraldo Alckmin.
Observando um resumo da cobertura da GloboNews do velório de Eduardo Campos, em Recife, por volta das 14:30.
Nas imagens, destaque para José Serra, candidato ao Senado em São Paulo, que enfrenta o petista Eduardo Suplicy - que, aliás, conta com o apoio de Marina Silva. Foi mostrado três vezes. Também de forma simpática apareceram Aécio Neves e, ao longe, o governador Geraldo Alckmin.
O adeus a Campos e o sorriso de Marina
Por Renato Rovai, em seu blog:
Marina, Aécio e o destino
Por Mauricio Dias, na revista CartaCapital:
Após a morte de Eduardo Campos, só depende de Marina Silva a decisão de participar diretamente da disputa para a Presidência da República. A investidura dela como presidenciável, difícil de ser sabotada pelos adversários internos da coligação, altera o cenário da eleição.
Enterro dá início à campanha de Marina
Com milhares de bandeiras, camisetas, faixas, adesivos e balões, palavras de ordem e punhos erguidos, a missa campal celebrada pela morte de Eduardo Campos, em frente ao Palácio do Campo das Princesas, na praça da República, no Recife, na manhã deste domingo, deu início para valer à campanha eleitoral de 2014.
Mídia encobre atrocidades de Israel
Por Patrick Cockburn, no site da Adital:
Os porta-vozes israelenses já têm muito trabalho tentando explicar como os israelenses assassinaram mais de 1.000 palestinos em Gaza, a maioria dos quais civis, em comparação com apenas 3 civis mortos em Israel por foguetes e fogo de morteiro do Hamas. Mas pela televisão e pelo rádio e pelos jornais, porta-vozes do governo israelense hoje, como Mark Regev, parecem menos enroladores e menos agressivos que predecessores, que eram muito mais visivelmente indiferentes ao número de palestinos mortos.
A crise da indústria no Brasil
Por Wladimir Pomar, no site Correio da Cidadania:
O fim da "dolce vita" de Marina
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Campos e a Teoria da Conspiração
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Isto não é uma piada.
Dilma e Aécio teriam a perder sem Campos na eleição. Quem ganharia, no entanto, seriam alguns setores da economia que sabem que um segundo turno estava ficando distante. Então, esses setores armaram um plano para trocar Campos por Marina na cabeça da chapa causando o acidente. Prova disso é que, nesta sexta, as ações preferencias da Petrobras saltaram 8%, fruto da expectativa da próxima pesquisa eleitoral que deve apontar Marina embolada com os outros dois.
Dilma e Aécio teriam a perder sem Campos na eleição. Quem ganharia, no entanto, seriam alguns setores da economia que sabem que um segundo turno estava ficando distante. Então, esses setores armaram um plano para trocar Campos por Marina na cabeça da chapa causando o acidente. Prova disso é que, nesta sexta, as ações preferencias da Petrobras saltaram 8%, fruto da expectativa da próxima pesquisa eleitoral que deve apontar Marina embolada com os outros dois.
Os lucros das montadoras de automóveis
Por Marcelino Rocha, no site da CTB:
Os metalúrgicos e as metalúrgicas do Brasil vivem um cenário delicado neste momento. É preciso colocarmos o dedo em uma ferida importante, que a cada semana se agrava mais: resolver a situação de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que vêm sendo demitidos por montadoras de veículos e pela cadeia produtiva envolvida nesse processo, em todo o país.
Os metalúrgicos e as metalúrgicas do Brasil vivem um cenário delicado neste momento. É preciso colocarmos o dedo em uma ferida importante, que a cada semana se agrava mais: resolver a situação de milhares de trabalhadores e trabalhadoras que vêm sendo demitidos por montadoras de veículos e pela cadeia produtiva envolvida nesse processo, em todo o país.
O enterro de Campos e a manipulação
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| Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil |
O povo brasileiro agora vive um de seus maiores desafios. Enfrentar a manipulação emocional de uma tragédia. Eduardo Campos viveu, lutou e morreu. É um brasileiro cuja memória merece ser respeitada.
Entretanto, temos aqui duas tragédias. A primeira é a morte de um quadro político tão jovem. A segunda é: uma eleição que vinha se desenvolvendo até aqui, entre trancos, barrancos e baixarias, de maneira relativamente normal, com escândalos, pesquisas e debates, recebeu o impacto de um fator externo que não tem nada a ver com política.
Entretanto, temos aqui duas tragédias. A primeira é a morte de um quadro político tão jovem. A segunda é: uma eleição que vinha se desenvolvendo até aqui, entre trancos, barrancos e baixarias, de maneira relativamente normal, com escândalos, pesquisas e debates, recebeu o impacto de um fator externo que não tem nada a ver com política.
Marina e PSB: quem engole quem?
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Marina Silva é uma inquilina instalada no condomínio político do PSB. Ingressou no partido porque não conseguiu reunir o número necessário de assinaturas para registrar a Rede Solidariedade, o partido que busca ainda criar. Desde o momento de sua filiação ao PSB, Marina Silva deixou claro que não abandonaria o empenho em fundar a Rede e que se transferiria para ela quando o registro do seu partido fosse, finalmente, concretizado.
A etapa decisiva da campanha eleitoral
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A partir desta semana, abre-se nova etapa da campanha eleitoral, com o início da propaganda partidária no rádio e na televisão.
Importante conquista democrática, a propaganda eleitoral de rádio e TV é necessária para que os candidatos fiquem conhecidos do grande público. Não somente os que disputam os cargos majoritários – a Presidência da República, os governos estaduais e as cadeiras do Senado -, mas também os milhares de candidatos a deputado estadual e federal.
sábado, 16 de agosto de 2014
Cartel do Metrô faz doações para Alckmin
Do site SPpressoSP:
Três empresas, que são acusadas de participar de um cartel, que se favorecia de formação de cartel e de fraudes em licitações do metrô paulista e do Distrito Federal, doaram R$ 4 milhões para a campanha à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Mais grave ainda, uma vez que as investigações indicam que as fraudes ocorreram em governos do PSDB, partido de Alckmin, é que duas das empresas já são rés em processos na Justiça, são elas: Queiróz Galvão, que doou R$ 2 milhões, e CR Almeida, que participou com R$ 1 milhão.
Três empresas, que são acusadas de participar de um cartel, que se favorecia de formação de cartel e de fraudes em licitações do metrô paulista e do Distrito Federal, doaram R$ 4 milhões para a campanha à reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Mais grave ainda, uma vez que as investigações indicam que as fraudes ocorreram em governos do PSDB, partido de Alckmin, é que duas das empresas já são rés em processos na Justiça, são elas: Queiróz Galvão, que doou R$ 2 milhões, e CR Almeida, que participou com R$ 1 milhão.
A morte de Campos e a memória de Arraes
Por Mauro Santayana, em seu blog:
A notícia estarreceu o país. Eduardo era uma das mais marcantes lideranças da nova geração de brasileiros, e entrou para a vida pública logo após a formação universitária, como secretário particular do governador Arraes, cargo em que se destacou, e teve suas lições de política. Essa circunstância o aproximou de Aécio Neves, que também foi secretário do avô, Tancredo, e com ele aprendeu as regras básicas da vida pública.
Marina e o vale tudo para o 2º turno
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Com o anúncio pela cúpula nacional do PSB, de que se reunirá na próxima 4ª feira para decidir sobre o candidato que substituirá o ex-governador Eduardo Campos na disputa pelo Planalto, cresce a pressão, principalmente por parte da mídia para que a candidata a vice, Marina Silva, seja a substituta.
Quem está pior, a economia ou a mídia?
Por Fábio Jammal Makhul, na Revista do Brasil:
Não é improvável um espectador do telejornal noturno ter o sono perturbado com vozes soturnas de apresentadores e analistas. Pelo que se vê e se ouve, não se sabe o que aquele apresentador sério quer dizer com “boa noite”. Afinal, a economia do Brasil pode estar à beira da bancarrota. Tampouco se perdoa o “bom dia” do apresentador da manhã, pois os jornais do dia também trarão o apocalipse. Não é para menos.
O ator sueco e a sonegação da Globo
Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:
Stellan Skarsgard é um ator sueco.
Aos 63 anos, um dos favoritos do cineasta Lars von Trier, tem uma carreira vitoriosa que lhe trouxe fama e dinheiro. Recentemente, ele concedeu uma entrevista na qual reafirmou seu amor pela Suécia.
“Vivo na Suécia porque o imposto é alto, e assim ninguém passa fome. A saúde é boa e gratuita, assim como as escolas e as universidades”, disse ele. “Você prefere pagar imposto alto?”, lhe perguntaram. “Claro. Se você ganha muito dinheiro, como eu, você tem que pagar taxas maiores. Assim, todo mundo tem a oportunidade de ir para a escola e para a universidade. Todos têm também acesso a uma saúde pública de qualidade.”
Stellan Skarsgard é um ator sueco.
Aos 63 anos, um dos favoritos do cineasta Lars von Trier, tem uma carreira vitoriosa que lhe trouxe fama e dinheiro. Recentemente, ele concedeu uma entrevista na qual reafirmou seu amor pela Suécia.
“Vivo na Suécia porque o imposto é alto, e assim ninguém passa fome. A saúde é boa e gratuita, assim como as escolas e as universidades”, disse ele. “Você prefere pagar imposto alto?”, lhe perguntaram. “Claro. Se você ganha muito dinheiro, como eu, você tem que pagar taxas maiores. Assim, todo mundo tem a oportunidade de ir para a escola e para a universidade. Todos têm também acesso a uma saúde pública de qualidade.”
Marina vai apoiar Serra e Alckmin?
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A direita sabia que Dilma Rousseff (PT) ia ganhar no primeiro turno, como o mercado e os editorialistas da grande imprensa já sinalizavam em letras pequenas nas publicações. Agora, eles estão em festa em cima do cadáver insepulto de Eduardo Campos, pois acham que com Marina levarão a eleição para o segundo turno.
O jornal Estado de S. Paulo dá em manchete o que os tucanos tanto querem: Marina candidata a presidente, desde que ela respeite os acordos regionais.
Cantanhêde e a ofensiva das hienas
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Que Marina Silva tem o direito de pretender ser a candidata do grupo que apoiava Eduardo Campos, não há nada a discutir.
Quanto ao direito do PSB de avaliar se alguém que entrou no partido como “carona” possa representá-lo, também não há questionamento moral possível.
A democracia se exerce, aliás, através dos partidos.
A dócil imprensa de Minas Gerais
Por Vinicius Gomes, na revista Fórum:
“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade” – George Orwell
Segunda-feira (4), 18h52. O portal R7 publica um artigo assinado por Helcio Zolini, diretor institucional da Rede Record de Minas Gerais, com o título “Agora essa: Aeroporto de Cláudio pode ter servido ao tráfico de drogas”. Menos de 24 horas depois, o artigo é retirado do ar. O que aconteceu no ínterim desses dois momentos é uma das mais perfeitas sínteses do relacionamento entre o governo do estado de Minas Gerais e a sua imprensa há mais de 10 anos: algumas ligações da assessoria do ex-governador, senador e agora presidenciável Aécio Neves para o alto escalão da rede de notícias e a matéria é excluída. Não que isso fizesse alguma diferença àquela altura, uma vez que o artigo tornou-se em pouco tempo um viral, com dezenas de milhares de visualizações e pelo menos 12 mil compartilhamentos nas redes sociais antes que os telefonemas acontecessem.
“Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade” – George Orwell
Segunda-feira (4), 18h52. O portal R7 publica um artigo assinado por Helcio Zolini, diretor institucional da Rede Record de Minas Gerais, com o título “Agora essa: Aeroporto de Cláudio pode ter servido ao tráfico de drogas”. Menos de 24 horas depois, o artigo é retirado do ar. O que aconteceu no ínterim desses dois momentos é uma das mais perfeitas sínteses do relacionamento entre o governo do estado de Minas Gerais e a sua imprensa há mais de 10 anos: algumas ligações da assessoria do ex-governador, senador e agora presidenciável Aécio Neves para o alto escalão da rede de notícias e a matéria é excluída. Não que isso fizesse alguma diferença àquela altura, uma vez que o artigo tornou-se em pouco tempo um viral, com dezenas de milhares de visualizações e pelo menos 12 mil compartilhamentos nas redes sociais antes que os telefonemas acontecessem.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
CartaCapital: Quanto valem os 20 anos?
Por Mino Carta, na revista CartaCapital:
Esta é a edição do 20º aniversário de CartaCapital. A ocasião oferece óbvios motivos de satisfação a quem a publica e aos seus leitores. Mas a fatalidade interfere com indiferença feroz na vida do País e lança uma sombra de profunda tristeza sobre nossa celebração.
Estamos envolvidos no pesar da nação, golpeada pelo desaparecimento de Eduardo Campos, o jovem líder pernambucano herdeiro de notáveis tradições, candidato à Presidência da República nas próximas eleições, já intérprete de um papel importante e certamente destinado a um futuro decisivo na política brasileira.
Estamos envolvidos no pesar da nação, golpeada pelo desaparecimento de Eduardo Campos, o jovem líder pernambucano herdeiro de notáveis tradições, candidato à Presidência da República nas próximas eleições, já intérprete de um papel importante e certamente destinado a um futuro decisivo na política brasileira.
Marina é o nome do mercado e da mídia
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:
De volta à lida política, 48 horas após a tragédia de Santos, dois pontos se destacam no noticiário desta sexta-feira (15) e só o imponderável poderá impedir que sejam confirmados pelos fatos: a ex-senadora Marina Silva será a candidata a presidente em substituição a Eduardo Campos na coligação liderada pelo PSB, e o governador Geraldo Alckmin, do PSDB, está praticamente reeleito em primeiro turno, segundo o último Datafolha.
Manifesto contra a inquisição na PUC-SP
Do site Outras Palavras:
Uma carta disparada semana passada em apoio aos professores Peter Pál Perlbart, Jonnefer Barbosa e Yolanda Gloria Gamboa Muñoz, perseguidos pela reitora Anna Cintra da PUC-SP e o cardeal de São Paulo Dom Odilo Scherer, já conta com o apoio de mais de 1.500 assinaturas. Os professores são acusados de terem atentado contra o “patrimônio moral” da universidade, e estimulado a “indisciplina entre os discentes” ao convidarem o diretor de teatro Zé Celso a apresentar trecho de uma peça, durante a greve de 2012. Entre as assinaturas, há intelectuais de renome internacional e personalidades progressistas, como Antonio Negri, Tarso Genro, Marilena Chauí, Maria Rita Kehl, Michael Hardt, Maurizio Lazzarato, Tomie Othake, José Miguel Wisnik, Ricardo Musse, Vladimir Safatle, Raquel Rolnik e muitos outros.
Confira a carta e assine você também.
Confira a carta e assine você também.
PSB não é um assunto familiar
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
Essa situação permite entender a reação de Antônio Campos, irmão do candidato do PSB. Na quinta-feira, 24 horas depois da tragédia, Antonio Campos, divulgou uma carta sobre o futuro do partido na campanha presidencial, onde defendia a escolha de Marina Silva para disputar a presidência.
O poder dissimulado no luto
Por Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa:
O tabuleiro da política brasileira começa a se reorganizar, mesmo antes que sejam compostos os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos para a cerimônia fúnebre. Ainda sob o efeito da tragédia e do espanto, as duas forças hegemônicas do sistema partidário fazem os primeiros movimentos para obter o máximo proveito da tragédia, sem que pareçam estar interessadas no espólio do candidato desaparecido.
O tabuleiro da política brasileira começa a se reorganizar, mesmo antes que sejam compostos os restos mortais do ex-governador Eduardo Campos para a cerimônia fúnebre. Ainda sob o efeito da tragédia e do espanto, as duas forças hegemônicas do sistema partidário fazem os primeiros movimentos para obter o máximo proveito da tragédia, sem que pareçam estar interessadas no espólio do candidato desaparecido.
Marina: a tábua de salvação da direita
Por Emir Sader, no site Carta Maior:
A campanha eleitoral transcorria modorrenta, com resignação por parte da oposição. Tinha esgotado os graus de manipulação dos resultados de pesquisa, conseguindo, no máximo, passar a ideia de que os escândalos não tinham feito baixar o apoio ao Aécio.
As acusações ao governo já chegavam ao nível patético do caso da Wikipedia, não sobrava muito, nem para as perguntas à Dilma no JN. Tinham conseguido subir o máximo possível ao pastor. Aécio e Eduardo Campos ficavam nos seus patamares consolidados, as entrevistas dos dois no JN não entusiasmavam a ninguém.
A campanha eleitoral transcorria modorrenta, com resignação por parte da oposição. Tinha esgotado os graus de manipulação dos resultados de pesquisa, conseguindo, no máximo, passar a ideia de que os escândalos não tinham feito baixar o apoio ao Aécio.
As acusações ao governo já chegavam ao nível patético do caso da Wikipedia, não sobrava muito, nem para as perguntas à Dilma no JN. Tinham conseguido subir o máximo possível ao pastor. Aécio e Eduardo Campos ficavam nos seus patamares consolidados, as entrevistas dos dois no JN não entusiasmavam a ninguém.
O Datafolha e os rumos da eleição
Por Bepe Damasco, em seu blog:
Sonegação da Globo está na web!
Por Miguel do Rosário, no blog O Cafezinho:
A trágica morte de Eduardo Campos fez passar despercebido o vazamento da íntegra do processo de sonegação da Rede Globo.
Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis nos seguintes links:
Os documentos chegaram simultaneamente a diversos blogs e sites no mundo inteiro, e estão disponíveis nos seguintes links:
Todos pela reforma política!
Por Vinícius dos Santos, na revista Teoria e Debate:
Marina pode atropelar os tucanos?
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Com o olhar compungido, Marina Silva surge numa sala apertada, para o primeiro pronunciamento depois da morte de Eduardo Campos. Não fala de temas eleitorais, oferece “apenas” conforto à família do candidato morto. Não tem pompa nem pose, não quer parecer uma “estadista”…
Assisto à cena na Redação. Uma colega, menos afeita aos temas da política, pergunta: “quando será que ela começa a campanha pra valer? Precisa esperar uns dias, né?”.
Lei da TV paga: uma pequena revolução
Por Felipe Bianchi, no site do Centro de Estudos Barão de Itararé:
Por mais que este tema raramente seja visto na televisão, acredite: ele está presente na programação diária da sua telinha. O debate e a regulação da TV por assinatura são fundamentais para garantir mais democracia e diversidade no que é oferecido ao consumidor – atualmente, mais de 52 milhões de brasileiros têm acesso ao serviço.
Por mais que este tema raramente seja visto na televisão, acredite: ele está presente na programação diária da sua telinha. O debate e a regulação da TV por assinatura são fundamentais para garantir mais democracia e diversidade no que é oferecido ao consumidor – atualmente, mais de 52 milhões de brasileiros têm acesso ao serviço.
Novas ações subversivas dos EUA em Cuba
Do site Vermelho:
Fontes diplomáticas cubanas informaram que o país solicitou ao secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a publicação de documentos oficiais com denúncias sobre novas ações subversivas estadunidenses contra a ilha.
Fontes diplomáticas cubanas informaram que o país solicitou ao secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a publicação de documentos oficiais com denúncias sobre novas ações subversivas estadunidenses contra a ilha.
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