![]() |
| Roberto Parizotti/Fotos Públicas |
Para a ampla maioria dos brasileiros, termos como PIB, Caged, Selic e IPCA são abstrações, uma sopa de letrinhas sem grande significado.
Na prática, seus critérios para avaliar a melhora, ou piora, da economia são suas condições de vida: o carrinho vazio do supermercado, o subemprego, a situação de quem vive de bico - e ainda é chamado de “empreendedor” pelo governo - , a fome, a falta de acesso a serviços básicos como saúde e educação, por exemplo.
É por aí que se entende por que tem tudo para dar errado mais uma vez a nova onda da propaganda governamental em torno do crescimento trimestral de 1,2% do PIB e do declínio da inflação.







