segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Bolsonaristas se unem à romaria de Nikolas

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Os impactos da Lei Rouanet na economia

Clã Bolsonaro sofre com pai na Papudinha

domingo, 18 de janeiro de 2026

Bolsonaro vai para a Papudinha, sem smart TV

As agressões de Trump ao Irã e à Venezuela

Charge do site Instaforex
Editorial do site Vermelho:


Os acontecimentos simultâneos no Irã e na Venezuela que se somam a um conjunto de outros países agredidos, são produtos do mesmo ato, a ofensiva belicosa e neocolonial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Não é mera coincidência que Irã e Venezuela, a agressão da vez, respectivamente, tenham a 3ª e a 1ª reserva de petróleo do mundo.

Trump age sem pudor e apostando na impunidade ao pisotear a Carta das Nações Unidas, elaborada sob os escombros da Segunda Guerra Mundial. E vai além ao passar por cima até de aliados históricos dos Estados Unidos, como a chamada Europa Ocidental, ameaçando se apossar da Groelândia de uma forma ou de outra, forçando, inusitadamente, Alemanha, França, Suécia, Noruega, Holanda e Inglaterra a enviarem tropas à região para se juntarem a efetivos da Dinamarca.

A jogada de Tarcísio com o boné da Faria Lima

Charge: Gilmal/BNC
Por Moisés Mendes, em seu blog:


A grande sacada de Tarcísio de Freitas, desde que chegou ao governo paulista, não foi aquela foto desastrosa com o boné de Trump. Aconteceu agora, com a declaração em vídeo de que o Brasil precisa de um novo CEO para se ver livre do PT.

A primeira-dama, Cristiane Freitas, em jogada ensaiada, foi lá, curtiu o vídeo e deixou esse comentário: “Nosso país precisa de um novo CEO, meu marido!”. Tarcísio teria produzido uma eureca em família.

Comentaristas de ponta da direita nos jornalões captaram o recado como algo excepcional. Enquanto Michelle fala de Lúcifer, com a linguagem do povo evangélico, Cristiane vem aí com a fala do pessoal da Faria Lima.

Recauchutam e tentam ressuscitar a ideia gasta do político gestor, que com certeza saiu da cabeça de algum marqueteiro reciclador de sacadas usadas.

Breves anotações sobre Defesa Nacional

Ilustração e montagem: Klawe Rzeczy/Político
Por Manuel Domingos Neto

A capacidade militar do Brasil, desde a Segunda Guerra Mundial, é concebida como extensão do poderio do Pentágono. Uma nova conflagração generalizada se desenha e, seja qual for o seu desenrolar, obedecendo ou contrariando Washington, seremos afetados.

Se, na melhor hipótese, forem usadas armas convencionais a carnificina se prolongará por tempo indeterminável.

Na pior, armas nucleares encurtarão a guerra e o resultado será inimaginável.

Nas últimas décadas, orientações de nossa Defesa Nacional (DN) foram reescritas sem novidades substantivas. Consistem em generalidades e truísmos sobre o quadro geopolítico acompanhadas de proposições rotineiras das Forças Armadas.

Esses documentos mostram a DN como matéria da alçada militar.

Revelam que as armas mais complexas são importadas e o desenvolvimento de tecnologia própria não acompanha o ritmo frenético dos grandes atores internacionais. Parcerias tradicionais são preservadas. As fileiras estão prontas para preservar a Lei e a Ordem e cumprir múltiplas funções. Finalmente, concluem que a DN estaria melhor, não fosse a avareza do Estado.

A política externa do império

Charge: Osama Hajjaj/Cartoon Movement
Por Roberto Amaral

Nada do que estamos assistindo é estranho à história da formação da sociedade estadunidense, marcada pela violência da colonização, que é a semente de suas relações com o mundo, dos tempos ingleses e espanhóis dos primeiros aventureiros até aqui: animus de beligerância à beira da barbárie sem descanso, que, aos olhos da humanidade de hoje, apenas se aprofunda, pragmaticamente desapartada de limites éticos ou de cuidados semânticos, aposentado o vencido cinismo liberal do discurso “politicamente correto”.

O big stick permanece a postos; variável é tão-só a fala.

O far west não é um só momento da saga dos pioneiros. É uma ideologia de expansão e domínio. É o direito (ou a força que se transforma em direito) que se legitima pela efetividade. Ou, para usar termos mais amenos, que se efetiva pela sua naturalização. Frantz Fanon já nos falou sobre a alienação do colonizado, reproduzindo como seus os interesses do colonizador. Há pouco nos foi dado conhecer as incursões mais ou menos bem-sucedidas de políticos brasileiros de extrema-direita obrando junto à Casa Branca contra interesses nacionais. Igualmente são públicas as tratativas de plantadores de soja e exportadores de carne negociando, em nosso nome, em Washington, o tarifaço de Trump.

Em Trump, o nazismo ressurge com ferocidade

Charge: Ridha/Daoly Mail
Por Jair de Souza


Alguns acontecimentos dos recentes dias servem como provas evidentes de que o espírito e a prática que caracterizaram o nazismo hitlerista voltaram a ocupar o centro da política no atual país símbolo do mundo ocidental. Logicamente, estamos fazendo referência aos Estados Unidos e às políticas determinadas e levadas adiante por Donald Trump e seus auxiliares.

Não há como não fazer uma associação direta entre as blitzkriegs hitleristas contra a França, Bélgica e Holanda nos períodos prévios à II Guerra Mundial, por exemplo, e a recém efetuada agressão dos Estados Unidos contra a Venezuela, a qual redundou no assassinato de cerca de uma centena de pessoas e no sequestro do legítimo presidente deste país latinoamericano e de sua esposa. As semelhanças são por demais visíveis para não serem notadas de imediato.