segunda-feira, 13 de julho de 2026
domingo, 12 de julho de 2026
Justiça penhora pagamento da CazéTV a Romário
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| Reprodução |
Na semana passada, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a penhora dos valores que o senador Romário (PL-RJ) acordou com a CazéTV por sua participação nas transmissões da Copa do Mundo. A medida foi tomada pela 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca e objetiva quitar uma dívida de R$ 32,4 milhões do ex-craque da seleção brasileira. A sentença judicial ordenou que o canal apresente todos os contratos firmados entre as partes, além de notas fiscais, comprovantes de pagamento e demais documentos relacionados à contratação do ex-jogador para a cobertura esportiva.
Rachadinha não presta contas do Dark Horse
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| Desenho feito pelo Gemini |
O site UOL postou na sexta-feira (10) que Flávio Bolsonaro, vulgo Flávio Rachadinha, mentiu mais uma vez à sociedade. O presidenciável do corrupto PL jurou que prestaria contas em um mês dos gastos milionários do filme Dark Horse, já apelidado de “Pangaré das trevas” – a cinebiografia do seu paizão fascista –, e não cumpriu sua promessa.
“Passados 22 dias do fim do prazo de 30 dias solicitado pelo senador Flávio Bolsonaro à produtora GoUp Entertainment para apresentar a prestação de contas do filme Dark Horse, nem a empresa nem o parlamentar divulgaram informações sobre a utilização dos recursos”, denuncia a matéria. Em entrevista em 19 de maio, após reunião com a bancada do PL, o primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro prometeu apresentar os detalhes dos recursos solicitados e utilizados na produção.
Como derrotar os algoritmos neonazistas
Por Jair de Souza
Há quase um consenso entre os analistas do panorama político brasileiro de que os Estados Unidos de Donald Trump vão jogar pesado no próximo pleito eleitoral brasileiro, de modo a garantir a eleição de um candidato bolsonarista, ou de algum outro que lhe seja equivalente em entreguismo e subserviência aos interesses gringos.
As maiores dúvidas ainda não respondidas referem-se às formas que serão empregadas nesse mais que provável processo de interferência. A respeito desta questão, vou tecer algumas reflexões, com a esperança de que possam lançar um pouco de luz na escuridão em que estamos submetidos.
Devido aos reveses sofridos nas últimas décadas pelo imperialismo estadunidense em várias esferas de atuação e zonas geográficas, os responsáveis por suas formulações políticas tomaram a decisão de se aferrar com unhas e dentes a esta região do planeta que consideram como parte integrante de seu próprio quintal. E, com isto, estão referindo-se ao Continente Americano, em especial à América Latina e ao Caribe.
Há quase um consenso entre os analistas do panorama político brasileiro de que os Estados Unidos de Donald Trump vão jogar pesado no próximo pleito eleitoral brasileiro, de modo a garantir a eleição de um candidato bolsonarista, ou de algum outro que lhe seja equivalente em entreguismo e subserviência aos interesses gringos.
As maiores dúvidas ainda não respondidas referem-se às formas que serão empregadas nesse mais que provável processo de interferência. A respeito desta questão, vou tecer algumas reflexões, com a esperança de que possam lançar um pouco de luz na escuridão em que estamos submetidos.
Devido aos reveses sofridos nas últimas décadas pelo imperialismo estadunidense em várias esferas de atuação e zonas geográficas, os responsáveis por suas formulações políticas tomaram a decisão de se aferrar com unhas e dentes a esta região do planeta que consideram como parte integrante de seu próprio quintal. E, com isto, estão referindo-se ao Continente Americano, em especial à América Latina e ao Caribe.
O que aprender da campanha de Renan Santos
Por Camila Modanez, no Jornal GGN:
Saindo de Belém em direção a Mosqueiro, no Pará, uma coisa me chamou atenção. Ao longo da estrada, havia dezenas de outdoors políticos. Alguns anunciavam o evento do Flávio Bolsonaro em Belém, outros promoviam parlamentares e pré-candidatos, havia até um de críticas ao Lula. Em meio a tantas peças disputando espaço, uma delas destoava completamente das demais. Não apresentava propostas, não trazia slogan, não exibia QR Code, não tinha logo de partido. Mostrava apenas a foto de um homem acompanhada por uma pergunta: “Quem é Renan Santos?”
CBF insiste em destruir futebol brasileiro
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| Charge: Aroeira/247 |
Na próxima Copa do Mundo, a ser realizada em Portugal, Espanha e Marrocos, em 2030, o Brasil completará 28 anos sem vencer o torneio, maior jejum ao longo da história do futebol brasileiro. A eliminação para a Noruega fez com que o Brasil amargasse a 11ª colocação, a pior em 92 anos.
Como sempre acontece na competição de futebol mais importante do planeta, o povo se mobilizou, se vestiu de verde e amarelo, ornamentou ruas com os símbolos da seleção canarinho, lotou bares, restaurantes e praças, recebeu os amigos em casa para o churrasco e a cerveja.
Mas a decepção acabou sendo proporcional à mobilização pela conquista do hexa.
A esperança vã pela conquista da sexta Copa pelo Brasil foi cevada pela imprensa esportiva, que, movida a interesse comercial, vendeu a ilusão de que o Brasil era um dos favoritos ao título, algo que nunca foi.
sábado, 11 de julho de 2026
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Ninguém fala comigo no clube
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| Desenho feito pelo Gemini |
O Brasil já foi em outras épocas, não tão remotas, um país basicamente tolerante e pacífico. A política não costumava ser motivo de controvérsias apaixonadas, pelo menos não em comparação com o que geralmente se vê nos outros países. Reinava em relação aos partidos e aos políticos um ceticismo bem-merecido.
Mudamos. Com a ascensão da extrema direita, ficamos divididos e polarizados. A polarização é claramente assimétrica. De um lado, temos a centro-esquerda, bem centrista, bem moderada – os eleitores de Lula e do PT. O próprio Lula não se assume como de esquerda e chega a negar essa condição publicamente. De outro lado, temos uma nova direita extremada, vociferante e agressiva. Vota em Bolsonaro, ou em quem quer que ele indique, de olhos fechados. De um lado, um comedimento envergonhado; do outro, um dogmatismo desenfreado.
Doutrina Monroe e Maga: nada de novo no front
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| Charge: André Carrilho |
Os EUA completam 250 anos de independência. Nada mais significativo e próprio celebrarem a efeméride sob a regência de Donald J. Trump, o presidente que, em pleno século XXI, representa, fortalece e atualiza a essência arrogante, colonialista e imperialista de sua história, como povo, nação e país. Essa essência ilumina a pretensão ideológica do destino manifesto, definido por Henry Kissinger como “a obrigação dos EUA de disseminar seus valores por todo o mundo” (Sobre a China, 2011).
As bases objetivas do imperialismo estão expressas na Doutrina Monroe (1823), consolidada pelo que ficou conhecido como “Corolário Roosevelt”. Refere-se à era da política do big stick do presidente Theodore Roosevelt (1901-1909), resumível na frase: “Fale com suavidade e carregue um grande porrete”, revista por Trump com a omissão da primeira parte.
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