Por Messias Pontes, no sítio Vermelho:
O processo de entrega do patrimônio do povo brasileiro iniciado por Fernando Collor de Mello (1990-1992) e aprofundado pelo outro Fernando, o Coisa Ruim (1995-2002), que os traíras neoliberais comandados pelos tucano-pefelistas (hoje demotucanato) chamam de privatização, e que o jornalista Elio Gaspari muito bem batizou de privataria (hoje não faria mais), foi muito bem mostrado pelos jornalistas Aloysio Biondi (morto em julho de 2000) com os seus dois volumes de O Brasil Privatizado – Um balanço do desmonte do Estado e O assalto das privatizações continua -, e Larissa Bortoni e Ronaldo de Moura que entregaram ao público O mapa da corrupção no governo FHC.
O processo de entrega do patrimônio do povo brasileiro iniciado por Fernando Collor de Mello (1990-1992) e aprofundado pelo outro Fernando, o Coisa Ruim (1995-2002), que os traíras neoliberais comandados pelos tucano-pefelistas (hoje demotucanato) chamam de privatização, e que o jornalista Elio Gaspari muito bem batizou de privataria (hoje não faria mais), foi muito bem mostrado pelos jornalistas Aloysio Biondi (morto em julho de 2000) com os seus dois volumes de O Brasil Privatizado – Um balanço do desmonte do Estado e O assalto das privatizações continua -, e Larissa Bortoni e Ronaldo de Moura que entregaram ao público O mapa da corrupção no governo FHC.









