Por Ronnie Aldrin Silva, no site da Fundação Perseu Abramo:
De acordo com os dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), 2019 foi o primeiro ano em que aumentaram as áreas degradadas por queimadas em todos os seis biomas terrestres brasileiros. O programa acompanha estes dados desde 2002.
Naturalmente há anos em que um bioma sofre mais do que outro, seja por ações da natureza ou antrópicas. Mas o fato inédito de todos terem suas áreas mais degradadas em 2019 em relação a 2018, sem que intempéries extremas da natureza tenham ocorrido em todos eles, mostra que o homem foi realmente o fator diferencial neste último ano no aumento do desmatamento em todo o país. São diversos os relatos da população que mora nestas regiões e de profissionais do meio ambiente de que os desmatadores sentiram-se mais empoderados do que nunca no último ano e agiram com maior contundência e violência.
De acordo com os dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), 2019 foi o primeiro ano em que aumentaram as áreas degradadas por queimadas em todos os seis biomas terrestres brasileiros. O programa acompanha estes dados desde 2002.
Naturalmente há anos em que um bioma sofre mais do que outro, seja por ações da natureza ou antrópicas. Mas o fato inédito de todos terem suas áreas mais degradadas em 2019 em relação a 2018, sem que intempéries extremas da natureza tenham ocorrido em todos eles, mostra que o homem foi realmente o fator diferencial neste último ano no aumento do desmatamento em todo o país. São diversos os relatos da população que mora nestas regiões e de profissionais do meio ambiente de que os desmatadores sentiram-se mais empoderados do que nunca no último ano e agiram com maior contundência e violência.













