Os ataques à China pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente da República e tido como porta-voz informal do clã palaciano, são mais um capítulo do festival de irresponsabilidade desse governo. Depois de o pai, Jair Bolsonaro, ter atacado o Poder Legislativo e o STF, agravando a instabilidade política do país, agora é a vez do filho.
Essa posição reflete a política de subordinação completa e unilateral do bolsonarismo ao governo norte-americano de Donaldo Trump. Ela reverbera as hostilidades da Casa Branca à China.
A gravidade do gesto ganha maior dimensão nesse momento em que o país deveria estar trabalhando, tanto internamente quanto na esfera das suas relações internacionais, por convergências na busca de somar forças para enfrentar esse momento dramático.







