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| Foto do site do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) |
Em um texto recente reportei a greve que os trabalhadores de uma metalúrgica multinacional paranaense estavam fazendo para obrigar a empresa a negociar melhores condições de trabalho, mas não citei o nome da empresa.
Marco-a agora com ferro em brasa: Brose é o nome da empresa.
Eu o faço porque seus diretores persistiram ao longo de todo o mês de fevereiro em um comportamento intransigente, repressivo e antissindical que tem obrigado os trabalhadores a se manterem em greve (com apoio de suas famílias) e o sindicato a tentar garantir a abertura de negociações.



