quarta-feira, 15 de abril de 2026

Os crimes ambientais do capitalismo

Foto: Evaristo Sá/AFP
Por João Pedro Stédile, no site A terra é redonda:


Em tempos de crise do sistema capitalista, há uma ofensiva do capital que corre para se apropriar dos bens da natureza, como minérios, petróleo, agua, florestas, terras, biodiversidade. Esses bens não têm valor, mas ao se transformar em mercadorias garantem uma renda extraordinária fantástica

Todos os dias a imprensa divulga os crimes ambientais que acontecem em todo Brasil, na America Latina e no mundo. Esses crimes colocam a vida humana e de milhares de seres vivos – animais, vegetais e bactérias, em risco, em todo planeta. Todos dias pessoas morrem, por seca, aquecimento global, poluição, enchentes e vendavais.

As evidências estão em todo o planeta. Já atingimos o aquecimento global de 1,5% acima da média, e quando chegarmos a 3% não haverá retorno. Os mares subirão, cidades serão inundadas de forma permanente. As mudanças climáticas já afetam a produçao agrícola e o abastecimento de agua potável. Na última década, 750 mil pessoas morreram de calor, na rica Europa. Milhões de pessoas tiveram que migrar ou foram desalojados.

O terrorismo eleitoral com as pesquisas

Foto: Ricardo Stuckert
Por Jeferson Miola, em seu blog:

Criou-se um clima de suspense prévio em torno da pesquisa Datafolha divulgada no último sábado, 11 de abril, com uma expectativa antecipada de que traria novidades bombásticas para a reeleição do presidente Lula.

Os resultados não animam o governo, por óbvio. Porém, os números nem de longe justificam a animação de setores anti-Lula que usam pesquisas para a prática de terrorismo eleitoral e pânico político.

Nesta mesma época de 2022, no mês de março daquele ano, o mesmo instituto Datafolha publicou pesquisa na qual 48% das pessoas reprovavam o governo Bolsonaro e apenas 25% aprovavam. No entanto, em outubro, Bolsonaro perdeu por apenas 1,8% de diferença.

Carlos Bolsonaro ataca Nikolas Ferreira

Ofensas de Trump e a reação do Papa Leão 14

Hungria pós-Orbán e Peru à últradireita

CPI propõem indiciar ministros do STF

domingo, 12 de abril de 2026

Trump e Bolsonaro são derrotados na Hungria

Péter Magyar, do partido Tisza.
Foto: 
Balint Szentgallay/Gettyimages.ru
Por Altamiro Borges


Um dos principais ídolos da extrema-direita mundial, o truculento Viktor Orbán, sofreu uma dura derrota nas eleições parlamentares deste domingo (12). Após 16 anos de regime fascistoide, que serviu de inspiração para o “imperador pedófilo” Donald Trump, o miliciano Jair Bolsonaro e o “Loco” Javier Milei, seu partido, o Fidesz, obteve apenas 55 das 199 cadeiras do parlamento que escolherá o novo primeiro-ministro do país. Liderada por Péter Magyar, a sigla de centro-direita Tisza elegeu 137 deputados, conquistando a maioria absoluta, e formará o próximo governo.