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| Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil |
É raso o debate sobre o que teria sido o cerceamento dos direitos e das liberdades da fonte, no caso do ex-delegado do Maranhão que monitorava o ministro Flávio Dino e abastecia um blogueiro com informações sobre suas idas e vindas.
Uma das grandes bobagens publicadas é de autoria de Ruth de Aquino, que não se dá conta de que se compara a um criminoso perseguidor de ministro do STF ao escrever no Globo, como se fosse um grande feito, que abriu cartas de PC Farias quando estava em Londres.
Assim, ela diz ter provado que o tesoureiro de Collor era bandido foragido, a partir de revelações do próprio criminoso. Este é o título de seu artigo, com chamada na capa do jornal: “Abri as cartas de PC Farias. Cometi crime?”
Uma das grandes bobagens publicadas é de autoria de Ruth de Aquino, que não se dá conta de que se compara a um criminoso perseguidor de ministro do STF ao escrever no Globo, como se fosse um grande feito, que abriu cartas de PC Farias quando estava em Londres.
Assim, ela diz ter provado que o tesoureiro de Collor era bandido foragido, a partir de revelações do próprio criminoso. Este é o título de seu artigo, com chamada na capa do jornal: “Abri as cartas de PC Farias. Cometi crime?”









