Por Marcelo Zero, no site Viomundo:
Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil exportou US$ 197.849.157.194.
Já no mesmo período deste ano (2026) o Brasil exportou, apesar das sanções agressivas de Trump, US$ 218.551.862.181, cerca de 10,5% a mais.
Além disso, atingimos um superávit de cerca de US$ 49 bilhões.
Já os EUA, os agressores, tiveram um déficit comercial em bens e serviços de US$ 73,3 bilhões em junho de 2026, apresentando uma leve queda em relação aos meses anteriores, mas permanecendo próximo ao patamar de US$ 79,8 bilhões registrado quando o presidente Donald Trump foi eleito para seu segundo mandato - o que demonstra que políticas tarifárias agressivas não reequilibraram o comércio global, como o troglodita imaginava.
Ademais, as empresas dos EUA não estão voltando. Não há reshoring.
Não bastasse, de uma forma geral, os preços nos EUA aumentaram cerca de 4,3% desde que Donald Trump iniciou seu segundo mandato presidencial, em janeiro de 2025.
A inflação anual atingiu o pico de 4,2% em maio de 2026, o maior em três anos, devido às interrupções no fornecimento de energia causadas pelo conflito com o Irã.
A taxa de desemprego dos EUA ficou em 4,1% em julho de 2026, mas a queda foi impulsionada pela saída de 264.000 americanos da força de trabalho, e não pelo crescimento do emprego.
Os empregadores cortaram inesperadamente 23.000 vagas, enquanto os meses anteriores registraram revisões significativas para baixo, criando desafios políticos para a administração Trump.
Dados atuais do mercado de trabalho demonstram que a participação dos americanos na força de trabalho caiu para 61,4%, o nível mais baixo desde fevereiro de 2021.
O agressor está perdendo e fracassando. O Brasil, negociando e diversificando parcerias, está se saindo melhor.
Só faltava Trump ficar se escondendo em caminhões de catering.
Não falta mais.
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