domingo, 8 de fevereiro de 2026

O caloteiro da Ultrafarma volta ao noticiário

Lógica comercial domina produção de alimentos

Tarcísio é um poste inventado por Bolsonaro

Carluxo acusa Michelle de atacar Bolsonaro

Teia criminosa de Epstein chega em Bolsonaro

Big techs, colonialismo digital e democracia

Os perigos de uma rede social sem humanos

Mentiras da grande mídia sobre a Venezuela

Mundo precisa de mobilização antifascista

Por que a Globo se reuniu com Epstein?

Artistas se levantam contra Trump

 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Nikolas Ferreira vota contra o Gás do Povo

 

Lava Jato copiou o modelo de golpe de Epstein

 

O caso Master e como entender o jornalismo

Por Luís Nassif, no Jornal GGN:


Introdução: O Jornalista-Sela e o Boi-Guia

O jornalismo de catarse no Brasil se estrutura em torno de dois papéis centrais que comprometem a qualidade da cobertura investigativa.

O jornalista-sela é aquele que estabelece uma relação simbiótica com suas fontes. Movido pela busca do furo - grande instrumento de promoção profissional -, esse repórter reproduz acriticamente as informações recebidas, permitindo-se ser cavalgado pelas intenções de quem vaza os dados.

O boi-guia representa o fenômeno que ocorre nas grandes coberturas catárticas: a mídia comporta-se como boiada.

O jornalista-sela, ao receber notícias exclusivas e dar o furo, estabelece o tom geral da cobertura. Toda a imprensa então busca fatos, inventa manchetes e reproduz narrativas em torno do tema proposto — e até as chefias editoriais engrossam a manada.