sábado, 18 de julho de 2026

Governador fascistoide de SC xinga indígenas

Partido de Tarcísio rejeita Flávio Bolsonaro

A ascensão do reacionarismo no Brasil

Governo Lula endurece regras contra as bets

Ricaços lideraram fraude na Lojas Americanas

Porta dos Fundos vive clima de tensão

 

Quaest confirma: 69% apoiam fim da escala 6x1

Charge: Nando Motta
Por Altamiro Borges


Pesquisa Quaest divulgada nesta semana confirma que a ampla maioria da sociedade brasileira – 69% dos entrevistados – deseja o fim da desumana escala 6x1 de trabalho semanal. Apesar desse amplo apoio, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), atendendo ao milionário lobby da cloaca burguesa, segue sabotando a votação do projeto que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário, e com a adoção da escala 5x2.

Na sondagem anterior, de maio, o percentual de aprovação foi de 68%. A pesquisa revela ainda que a proposta já é conhecida pela maioria da população: 75% dos entrevistados disseram saber que a Câmara Federal aprovou o fim da escala 6x1 e que o texto agora está parado no Senado. A Quaest também perguntou o que os entrevistados pretendem fazer com seu tempo livre, caso a proposta seja aprovada. A respostas são emblemáticas sobre o sentido da redução da jornada:

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Quaest mostra derretimento de Flávio Bolsonaro

Charge: Miguel Paiva/247
Por Altamiro Borges


A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) confirma o bom momento vivido pelo presidente Lula e o derretimento de Flávio Bolsonaro, o candidato da extrema-direita nativa. Na pergunta espontânea, que é mais consistente, 26% afirmam que irão votar no atual mandatário – alta de três pontos na comparação com a sondagem anterior – e apenas 14% dizem que votarão no filhote do fascista. Já na pergunta estimulada do primeiro turno, Lula aparece com 40% e Flávio Rachadinha, como também é chamado, soma 28%. Em um eventual segundo turno, a vantagem do presidente subiu para oito pontos, um crescimento de dois pontos – 45% contra 37%.

Governador fascistoide de SC xinga indígenas

Ilustração: Juventude Laklãnõ/Xokleng
Por Altamiro Borges


O governador Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, é um fascistoide convicto, que adora lacrar nas redes digitais e atiçar o ódio entre seus seguidores fanáticos. Na semana passada, o velhaco bolsonarista voltou a xingar indígenas durante visita a obras na Barragem Norte, no município de José Boiteux. Em função de mais essa atitude truculenta e discriminatória, o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que ele seja investigado e responsabilizado por seus crimes.

Desmorona castelo de crimes do bolsonarismo

Charge: Aroeira/247
Editorial do site Vermelho:

A teia de escândalos envolvendo o candidato da extrema direita, Flávio Bolsonaro, parece não ter fim. Além dos R$ 134 milhões negociados com o criminoso Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para supostamente financiar o filme biográfico Dark Horse sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, surgiram evidências de falcatruas e ilicitudes em série na seara do candidato. Na base original do bolsonarismo, o Rio de Janeiro, o clã de Flávio ergueu um arranjo de poder à base de condutas criminosas, conforme tipificação da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário.

Acontecimento relevante no sindicalismo

Assembleia do Sindicato dos Metalúrgicos de
São Paulo na Rua do Carmo/CMS
Por João Guilherme Vargas Netto


Vou interromper a série de textos que tenho dedicado ao bom sucesso do movimento sindical nas eleições gerais de outubro por conta de um acontecimento politicamente relevante.

No dia 2 de julho, a Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, reconheceu oficialmente o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes como vítima da repressão e destacou o papel histórico da entidade na militância democrática.

“Em nome do Estado brasileiro, a Comissão pede desculpas a todos os sindicalistas, a todo movimento sindical brasileiro, por todas as atrocidades que lhes causou o estado ditatorial”, declarou a presidente da Comissão de Anistia, Ana Maria Lima de Oliveira.

Consequências da cartinha de Jair Bolsonaro

A disputa eleitoral no Mato Grosso do Sul