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| Buenos Aires: fila para retirada de alimentos. Foto: Juan Ignacio Roncoroni/EFE |
O jornal La Nación publicou nesse sábado (10) dados oficiais confirmando que 32.290 empresas fecharam suas portas na Argentina desde o início do governo de Javier Milei, em dezembro de 2023. Já o total de empresários, a maior parte que já foi entusiasta do presidente da “motosserra”, caiu de 512.357 para 480.067 – uma queda de 6,3%. A devastação no país vizinho é impressionante. Mesmo assim, “El Loco” ainda é tratado como modelo pela equipe econômica de Flávio Bolsonaro.
Os dados são da Superintendência de Riscos do Trabalho (SRT), órgão do próprio governo argentino. Segundo reportagem do site g1, da Globo, a queda do número de empresas e de empresários “ocorre em meio ao consumo enfraquecido, custos elevados de energia e aumento de 34,7% na importação de bens de consumo. O cenário acompanha o corte de gastos públicos para conter a inflação. Em julho, comércio e indústria encolheram, mas a mineração cresceu”.








