terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Irã: centro de uma disputa geopolítica global

Charge: Miguel Paiva/247
Por Marcelo Zero, no site Brasil-247:


“Isto também passará” - Frase persa.

É muito difícil saber, com precisão, o que está acontecendo, de fato, no Irã. Como sempre, a mídia ocidental fala na “sangrenta ditadura” do Irã e que centenas de pessoas já teriam sido mortas pela repressão do regime iraniano. De outro lado, imagens difundidas no Ocidente mostram incêndios de carros e construções, e o regime acusa alguns grupos de manifestantes de terem atirado e matado policiais iranianos.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, moderado e progressista, já fez vários apelos ao diálogo.

Nesse contexto nebuloso e contraditório, é preciso considerar que Israel e os EUA estão fortemente empenhados na derrubada do regime iraniano há muito tempo. Tanto o governo de Israel quanto o governo dos EUA têm capacidade de promover a chamada “guerra híbrida” e de articular e promover protestos via redes sociais e internet.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O erro do Barão

Simón Bolívar, o Libertador
Por Manuel Domingos Neto

Com o rapto de Maduro, o flibusteiro que ainda dá as cartas no jogo internacional estendeu a guerra à América do Sul, espaço que Washington sempre julgou reservado para si.

Agora, o Brasil sofre por não ter corrigido o erro cometido pelo Barão do Rio Branco há mais de um século: agregar quase um milhão de quilômetros quadrados ao nosso território brasileiro contando com aparato militar dependente da Alemanha.

O Barão convenceu Hermes da Fonseca a enviar oficiais brasileiros para estagiar no Exército do Kaiser. Inadvertidamente, ou não, nos meteu em marmotagem dispendiosa e enganadora: introduzir modernidade militar em país arcaico.

Defesa Nacional não se compra em balcões. Potência militar que vende material de guerra compra a submissão do cliente.

Não era profecia, senão que sabedoria

Fidel Castro e Hugo Chávez. Foto: José Goitia/AP
Por Jair de Souza


Em uma entrevista dada em 2006, o líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, já fazia um alerta sobre o uso do pretexto do combate ao narcotráfico por parte dos Estados Unidos, para pôr fim ao processo de busca de soberania que estava incomodando ao grande capital do centro do império. Vale muito a pena rever o vídeo neste momento e fazer as devidas reflexões.

Fiz a tradução e legendagem do vídeo ao português, e ofereço à continuação sua transcrição completa.

Doutrina Donroe: Mistura de Corleone e Monroe

Sarah Levy retrata Donald Trump com seu sangue menstrual após
comentários sexistas. Nome da obra: "Whatever" (Tanto Faz), 2015.
  
Por Marcelo Zero

O que aconteceu na Venezuela já era esperado há tempos.

O que pode ter causado surpresa aos desavisados (há muitos e são vocais) foi a facilidade com que a operação foi feita e a “franqueza” de Trump.

“Don Trump” deixou claro que agrediu a Venezuela e sequestrou Maduro para ter acesso facilitado ao petróleo e a outros recursos naturais (bauxita, ouro etc.) da Venezuela.

Confessou que a agressão não tem nenhuma relação com defesa da democracia, e dos direitos humanos, escusa esfarrapada que os EUA sempre usaram para derrubar regimes não-alinhados a seus interesses e destruir países.

Trump e os EUA também confessaram que a agressão não tem nada ver com “narcoterrorismo”.

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