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| Divulgação |
Os fatos:
1) Quem instaurou um inquérito para investigar as fraudes do Banco Master foi a Polícia Federal, subordinada ao Ministério da Justiça, quando tinha à frente o ministro Ricardo Lewandowski.
2) Daniel Vorcaro, dono do Master, foi preso pela PF. Depois, teve sua prisão relaxada por um juiz federal. Mas hoje ainda cumpre uma série de medidas cautelares, como a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica.
3) O Banco Central liquidou o Master, diante da situação de descalabro financeiro da instituição, que não tinha liquidez para honrar seus compromissos com os investidores, fruto especialmente do oferecimento de taxas de retorno estratosféricas para seus CDBs, que atraiam os incautos.
4) O Rioprevidência e seu presidente Deivis Marcon Antunes foram alvos de uma ação de busca e apreensão da PF. O instituto de previdência do estado fez aporte de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Vorcaro, em operação que põe em risco os pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores do Rio.





