Por Nivaldo Santana, no blog de Renato Rabelo:
A partir de 2015 o mercado de trabalho no Brasil sofre uma reviravolta. O Ministério do Trabalho aponta que houve um saldo negativo de 1,5 milhão entre as admissões e desligamentos no mercado formal de trabalho. No primeiro trimestre deste ano, o total de desempregados já superava 11,1 milhões de trabalhadores.
Como desgraça pouca é bobagem, mesmo os trabalhadores que se mantém na ativa enfrentam uma queda real em sua renda. As campanhas salariais deste ano, ao contrário dos últimos dez anos, começam a refluir. Parcelamento de reajustes e pouco ou nenhum aumento real, diminuição de benefícios, etc.
A partir de 2015 o mercado de trabalho no Brasil sofre uma reviravolta. O Ministério do Trabalho aponta que houve um saldo negativo de 1,5 milhão entre as admissões e desligamentos no mercado formal de trabalho. No primeiro trimestre deste ano, o total de desempregados já superava 11,1 milhões de trabalhadores.
Como desgraça pouca é bobagem, mesmo os trabalhadores que se mantém na ativa enfrentam uma queda real em sua renda. As campanhas salariais deste ano, ao contrário dos últimos dez anos, começam a refluir. Parcelamento de reajustes e pouco ou nenhum aumento real, diminuição de benefícios, etc.
















