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| Foto: Ricardo Stuckert |
A sabatina de Lula na Globo não foi jornalismo. Foi um ato político. Em 40 minutos de entrevista, 25 foram dedicados à corrupção. A mídia corporativa brasileira tem lado e sua estratégia é clara: associar, repetir e manchar. Enquanto a extrema-direita avança com discursos moralistas e sem propostas, a mídia insiste em pautar o debate pela indignação, alimentando o clima de escândalo que beneficia os inimigos da democracia.
A sabatina do presidente Lula, candidato à reeleição, na Rede Globo, não foi um exercício de jornalismo. Foi um ato político. Durante 40 minutos, 25 foram dedicados à corrupção. Não às propostas de governo, não ao balanço de um mandato, não aos projetos para o futuro. A corrupção foi o centro. O objetivo pareceu ser associar, repetir e manchar a imagem de Lula.










