domingo, 13 de setembro de 2026

O cabo eleitoral do bolsonarismo no STF

Imagem gerada por IA via Chatgpt
Por João Filho, no site Intercept-Brasil:


A operação eleitoral promovida por André Mendonça para tirar “Dark Horse” do noticiário e poupar Flávio Bolsonaro, presidenciável do PL, estava dando muito certo.

A investida ilegal contra Alexandre de Moraes e o afastamento, também ilegal, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, mostram que o “terrivelmente evangélico” está disposto a fazer coisas que até Deus duvida para salvar a pele do seu grupo político.

O homem responsável pela prisão de Daniel Vorcaro e vários outros figurões investigados, delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, foi impedido de trabalhar pelo juiz bolsonarista. A canetada de Mendonça paralisou diretamente as investigações do Banco Master, do INSS e “Dark Horse”. A jogada eleitoral foi óbvia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

As transações milionárias atípicas de Bia Kicis

Imagem gerada por IA via Chatgpt
Por Altamiro Borges


A hidrófoba bolsonarista Bia Kicis (PL), candidata ao Senado pelo Distrito Federal, também está bem enrolada no sinistro caso do filme Dark Horse – já apelidado de “Pangaré das Trevas”. Segundo matéria do site Metrópoles, a deputada federal “apareceu no relatório do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] citado na decisão do ministro Flávio Dino que autorizou a Operação Make Up, que investiga desvio de recursos públicos destinados à ONG ligada à produtora de Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL)”.

O voto para o Senado e o fim da escala 6x1

Ilustração gerada por IA via Pippit
Por João Guilherme Vargas Netto


Depois de aprovada em duas votações maciças na Câmara dos Deputados, a PEC 6 x 1 vem sofrendo um empoçamento no Senado.

Recebida, escolhidos o secretário e o relator, foi aprovada em votação simbólica na Comissão de Constituição e Justiça, mas empacou devido à pressão contrária do lobby empresarial, à crise brasiliense no STF e aos recessos devidos às campanhas eleitorais.

O empoçamento nos dá um alerta e faz uma exigência.

O alerta é sobre a importância para o movimento sindical da votação nas duas candidaturas ao Senado.

STF: A quem Fachin favorece?

Charge: Miguel Paiva/247
Por Ricardo Queiroz, no site Outras Palavras:


Quem lê manchete e não lê as entrelinhas pode se lascar nessa história do Master. Nesse momento, é melhor não fazer festa antes do encaixe dos fatos. Nessa madrugada, o Ministro Fachin não mandou o Ministro André Mendonça, abrir tudo em relação ao Master. Na prática, ele pediu que ele retirasse o sigilo do que considerasse possível divulgar sem prejudicar a investigação. Pedir e mandar são coisas diferentes.

Traduzindo: Mendonça continua decidindo o que aparece e o que fica escondido com os mesmos critérios que usou até agora. A diferença é que tem a anuência oficial do fraco presidente do STF. Ele mantém a relatoria, controla os autos e define o que seria “sensível” para a investigação. No essencial, o poder dele sobre o Master não mudou, até aumentou.

Mendonça deve ser afastado do caso Master

Charge: Cacinho/Pavio Curto
Por Jeferson Miola, em seu blog:

Com o que já veio à tona depois da liberação parcial dos sigilos do Master, mais o que André Mendonça esconde sobre o Dark Horse, fica totalmente comprovado que o ministro bolsonarista agiu e continua agindo como um juízo de exceção para alcançar resultados políticos.

Durante meses, desde que Mendonça assumiu a relatoria do caso Master e afastou a PF para controlar as informações, saíram do gabinete dele os vazamentos seletivos para incriminar Fábio Luís sem provas, mas com inferências e insinuações.

A estratégia foi política e eleitoralmente eficaz: desvinculou Flávio Bolsonaro e bolsonaristas do esquema mafioso do Daniel Vorcaro, e consolidou na mídia hegemônica a narrativa de corrupção petista – o que vem afetando, segundo especialistas, o desempenho do Lula nas pesquisas de intenção de votos.

Campos Neto finalmente deporá sobre Master

Mídia lavajatista prepara o retorno do fascismo

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Igreja de André Mendonça é punida por assédio

André Mendonça com o pastor Arival Dias Casimiro/Divulgação
Por Altamiro Borges


“Ungido por Deus” pela ex-primeira dama Micheque Bolsonaro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), parece que não anda em boas companhias e nem recebe a melhor orientação espiritual. Nesta semana, a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na capital paulista, frequentada pelo “terrivelmente evangélico”, fechou acordo judicial após seu líder, o “pastor” Arival Dias Casimiro, ter sido acusado de assédio sexual por uma ex-funcionária.

Segundo reportagem da revista Fórum, “uma ação trabalhista envolvendo o pastor Arival Dias Casimiro, liderança da Igreja Presbiteriana de Pinheiros e presidente da Junta Missionária de Pinheiros, terminou em acordo após uma ex-funcionária acusá-lo de comportamentos e mensagens inadequadas durante o período em que trabalhou na instituição. Segundo documentos somente agora obtidos e publicados pelo site O Fuxico Gospel, a trabalhadora afirmou que recebeu abordagens pessoais, mensagens fora do horário de trabalho, comentários sobre sua aparência e convites para encontros reservados”.

Campos Neto finalmente vai depor sobre Master

Por Altamiro Borges


Totalmente blindado pela mídia rentista, Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central no covil fascista de Jair Bolsonaro, finalmente irá depor na Polícia Federal sobre a roubalheira do Banco Master. Também prestarão depoimentos sobre o escândalo o atual presidente do órgão, Gabriel Galípolo, e o dono do banco BTG Pactual, André Esteves. “Todos devem ser ouvidos na condição de testemunhas e, portanto, terão a obrigação de falar a verdade sobre os fatos”, informa o site Metrópoles.

Na semana passada, a imprensa vazou parte do depoimento de Daniel Vorcaro prestado à PF em que o mafioso admitiu ter feito “agrados” a um diretor do BC da gestão de Campos Neto. Segundo nota do site UOL, Paulo Sérgio Neves, ex-diretor de fiscalização do banco, e sua família receberam “assistência especializada” [concierge] em uma viagem à Disney, nos EUA. Ele e o ex-diretor de supervisão, Bellini Santana, ambos acusados de serem “agentes infiltrados” do mafioso no BC, foram afastados da instituição na atual gestão.

Flávio desesperado com operação da PF

Luizianne e a disputa pelo Senado no Ceará

Pai de Andréia Sadi dá show de preconceito

Dino reage a Mendonça e Fachin aparece