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| Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil |
Com a palavra de ordem “Meta, não se meta na nossa eleição”, movimentos sociais e entidades da sociedade civil realizaram nessa segunda-feira (19) um ato de protesto em frente à sede da Meta na avenida Faria Lima, na capital paulista. Os manifestantes exigiram que a big tech estadunidense – dona do Instagram, Facebook e WhatsApp – preste esclarecimentos sobre a interferência nas eleições brasileiras, que fere a soberania nacional e atenta contra a democracia.
Os ativistas tentaram entregar uma notificação à multinacional, mas não foram sequer recebidos. O texto apresenta várias demandas. Entre outras, solicita que a Meta exiba pedido de desculpas aos usuários brasileiros do Instagram mostrando que falhas afetaram a difusão de conteúdos favoráveis a Lula. Além disso, pede a instauração de apuração interna, com identificação dos responsáveis, e que sejam tornados públicos o resultado e as medidas adotadas. Outro pedido é para que anúncios eleitorais pagos no exterior sejam banidos imediatamente.
Manipulação de ferramentas de IA
A big tech tem sido bastante criticada por sua interferência criminosa no processo eleitoral. Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exigiu que a Meta comprovasse que suas ferramentas de inteligência artificial não estavam sendo manipuladas. “A decisão ocorreu depois que funcionários da empresa admitiram em mensagens internas que restrições prejudicaram as contas de Lula no Instagram. Em uma das mensagens obtidas pela Folha, um funcionário da empresa afirma que a conta de Lula estava ‘limitada’ em comparação à de Flávio e que isso seria negativo pela ‘alta chance’ de haver ação jurídica”, relata o jornalão.
O jornal ainda lembra que a “Coligação Brasil Pronto pra Mais, que representa a chapa de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), acionou a Justiça Eleitoral contra o Facebook. A representação acusa a plataforma de restrição seletiva na entrega de conteúdo publicado pela coligação e por outras pessoas desse campo político. A coligação aponta reiterado descumprimento das obrigações impostas aos provedores pela legislação eleitoral”.
Diante de tantas críticas, a Meta divulgou nota em que nega a interferência política nas redes sociais, afirma na maior caradura que “não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição”, mas confirma que os anúncios favoráveis à campanha de Lula foram desativados “por engano” e por “incidentes técnicos”. Na prática, a big tech estadunidense confirmou o seu crime!
O jornal ainda lembra que a “Coligação Brasil Pronto pra Mais, que representa a chapa de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), acionou a Justiça Eleitoral contra o Facebook. A representação acusa a plataforma de restrição seletiva na entrega de conteúdo publicado pela coligação e por outras pessoas desse campo político. A coligação aponta reiterado descumprimento das obrigações impostas aos provedores pela legislação eleitoral”.
Diante de tantas críticas, a Meta divulgou nota em que nega a interferência política nas redes sociais, afirma na maior caradura que “não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição”, mas confirma que os anúncios favoráveis à campanha de Lula foram desativados “por engano” e por “incidentes técnicos”. Na prática, a big tech estadunidense confirmou o seu crime!

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