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| Governador Elmano de Freitas com o senador Cid Gomes. Foto: Divulgação |
Após levar mais uma surra nas urnas, o camaleônico Ciro Gomes, que atualmente está no PSDB depois de passar por outros sete partidos, parece que surtou de vez. Nesta semana, a coordenação da sua derrotada campanha entrou com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) pedindo a cassação da chapa do governador reeleito Elmano de Freitas (PT) e a convocação de novas eleições. Desnorteado, o neotucano chegou a choramingar que “fomos roubado”.
Matéria na Folha relata que “a ação acusa a chapa do petista de uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder midiático. Segundo a petição, houve assimetria na reta final do primeiro turno, que teria influenciado a votação. Os advogados de Ciro afirmam que sua propaganda sofreu restrições temporárias na última semana antes do 1º turno, enquanto a de Elmano obteve autorização do ministro Dias Toffoli para veiculação em rádio e televisão na véspera da votação”.
O chororô do derrotado nas urnas
Diante da ação judicial, que deve dar em nada, a campanha de Elmano respondeu que "lamenta que Ciro Gomes continue desrespeitando a democracia e questionando o resultado legítimo das urnas”. Logo após o resultado do primeiro turno, o ex-ministro já havia demonstrado seu descontrole: “Não cumprimentei o candidato vitorioso. Ele não ganhou, ele e sua organização criminosa tomaram as eleições! Já ganhei e perdi eleições, nunca repudiei o resultado das urnas, mas meu sentimento, pela primeira vez na vida, é de que fomos roubados."
No primeiro turno, Elmano de Freitas obteve 2.875.573 votos (53,19% do total dos votos válidos), sendo reeleito governador, contra 2.498.891 dados a Ciro Gomes (46,22%). Além de perder a disputa para o governo do Ceará, o neobolsonarista viu seus dois candidatos ao Senado serem derrotados: Capital Wagner (União Brasil) e Alcides Mendonça (PL). O seu irmão Cid Gomes (PSB), com quem está rompido politicamente desde 2022, foi reeleito junto com a deputada federal Luizianne Lins (Rede). Nesse sentido, o chororô do derrotado é totalmente compreensível.
Cid Gomes faz 3 a 0 contra Ciro
Como ironiza Carlos Madeiro, em matéria no site UOL intitulada “Cid Gomes faz 3 a 0 contra Ciro e deve aposentar irmão magoado”, essa talvez tenha sido a derrota mais doída do ex-ministro do governo Lula que se bandeou para o bolsonarismo. “O racha familiar teve início em 2022, quando ambos estavam no PDT e divergiram na escolha do candidato do partido naquela ocasião. Durante aquela eleição em que concorreu a presidente da República, Ciro disse: “Eu dei minha vida ao povo cearense e algumas lideranças se reuniram e meteram a faca nas minhas costas”.
“Em 2026, Cid impôs aquela que talvez tenha sido a derrota mais amarga para Ciro Gomes, apoiando Elmano de Freitas (PT) ao governo contra o irmão, em uma campanha repleta de ataques de ambos os lados. Ciro – que na campanha não escondeu a mágoa do irmão – deve agora sair de cena carregando a mesma ‘faca nas costas’”. O jornalista lembra as três derrotas seguidas.
A primeira ocorreu em 2022, quando Ciro Gomes impôs a candidatura de Roberto Cláudio, que ficou apenas em terceiro lugar na disputa para o governo estadual e Elmano de Freitas venceu logo no primeiro turno. Disputando a presidência da República, o ressentido teve apenas 6% dos votos no estado, ficando na terceira colocação. “Antes disso, havia vencido todas as eleições presidenciais que havia disputado no estado, em 1998, 2002 e 2018”.
Terapia para amenizar a dor das surras
A segunda derrota para o irmão se deu em 2024. “Ciro, ainda no PDT, apostou suas fichas e foi para as ruas pedir votos para a reeleição de Sarto (PDT) à prefeitura de Fortaleza, enquanto Cid esteve no palanque de Evandro Leitão (PT), que acabou eleito em segundo turno contra André Fernandes (PL). Além de ganhar na capital, o PSB liderado por Cid fez o maior número de prefeitos no Ceará naquela eleição: 65 vitoriosos, contra cinco do PDT de Ciro”.
Já a terceira surra, a mais doída, ocorre agora. “Em 2026, além de se eleger, Cid Gomes estava na chapa que foi inteiramente vencedora com o governador Elmano de Freitas (PT) e a deputada federal e futura senadora Luizianne Lins (Rede). Sua irmã, Lia Gomes (PSB), também foi reeleita para deputada estadual. Durante a campanha, Ciro Gomes confidenciou que fez terapia para amenizar a dor que teve após romper com o irmão. ‘Não dormia’, afirmou”.
No primeiro turno, Elmano de Freitas obteve 2.875.573 votos (53,19% do total dos votos válidos), sendo reeleito governador, contra 2.498.891 dados a Ciro Gomes (46,22%). Além de perder a disputa para o governo do Ceará, o neobolsonarista viu seus dois candidatos ao Senado serem derrotados: Capital Wagner (União Brasil) e Alcides Mendonça (PL). O seu irmão Cid Gomes (PSB), com quem está rompido politicamente desde 2022, foi reeleito junto com a deputada federal Luizianne Lins (Rede). Nesse sentido, o chororô do derrotado é totalmente compreensível.
Cid Gomes faz 3 a 0 contra Ciro
Como ironiza Carlos Madeiro, em matéria no site UOL intitulada “Cid Gomes faz 3 a 0 contra Ciro e deve aposentar irmão magoado”, essa talvez tenha sido a derrota mais doída do ex-ministro do governo Lula que se bandeou para o bolsonarismo. “O racha familiar teve início em 2022, quando ambos estavam no PDT e divergiram na escolha do candidato do partido naquela ocasião. Durante aquela eleição em que concorreu a presidente da República, Ciro disse: “Eu dei minha vida ao povo cearense e algumas lideranças se reuniram e meteram a faca nas minhas costas”.
“Em 2026, Cid impôs aquela que talvez tenha sido a derrota mais amarga para Ciro Gomes, apoiando Elmano de Freitas (PT) ao governo contra o irmão, em uma campanha repleta de ataques de ambos os lados. Ciro – que na campanha não escondeu a mágoa do irmão – deve agora sair de cena carregando a mesma ‘faca nas costas’”. O jornalista lembra as três derrotas seguidas.
A primeira ocorreu em 2022, quando Ciro Gomes impôs a candidatura de Roberto Cláudio, que ficou apenas em terceiro lugar na disputa para o governo estadual e Elmano de Freitas venceu logo no primeiro turno. Disputando a presidência da República, o ressentido teve apenas 6% dos votos no estado, ficando na terceira colocação. “Antes disso, havia vencido todas as eleições presidenciais que havia disputado no estado, em 1998, 2002 e 2018”.
Terapia para amenizar a dor das surras
A segunda derrota para o irmão se deu em 2024. “Ciro, ainda no PDT, apostou suas fichas e foi para as ruas pedir votos para a reeleição de Sarto (PDT) à prefeitura de Fortaleza, enquanto Cid esteve no palanque de Evandro Leitão (PT), que acabou eleito em segundo turno contra André Fernandes (PL). Além de ganhar na capital, o PSB liderado por Cid fez o maior número de prefeitos no Ceará naquela eleição: 65 vitoriosos, contra cinco do PDT de Ciro”.
Já a terceira surra, a mais doída, ocorre agora. “Em 2026, além de se eleger, Cid Gomes estava na chapa que foi inteiramente vencedora com o governador Elmano de Freitas (PT) e a deputada federal e futura senadora Luizianne Lins (Rede). Sua irmã, Lia Gomes (PSB), também foi reeleita para deputada estadual. Durante a campanha, Ciro Gomes confidenciou que fez terapia para amenizar a dor que teve após romper com o irmão. ‘Não dormia’, afirmou”.

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