Por Tereza Cruvinel, no Jornal do Brasil:
Há dez dias está em cartaz o escândalo da movimentação financeira suspeita de R$ 1,2 milhão pelo ex-motorista do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, que sumiu no mundo sem apresentar, de público, a “explicação plausível” que teria dado ao antigo chefe.
Enquanto isso, vão surgindo mais e mais revelações sobre as estranhas relações da família Bolsonaro com os funcionários de seus gabinetes parlamentares.
O sumiço e o silêncio de Queiroz atravancam as investigações, mas também apontam para a gravidade do que poderia revelar.
Há dez dias está em cartaz o escândalo da movimentação financeira suspeita de R$ 1,2 milhão pelo ex-motorista do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, Fabrício de Queiroz, que sumiu no mundo sem apresentar, de público, a “explicação plausível” que teria dado ao antigo chefe.
Enquanto isso, vão surgindo mais e mais revelações sobre as estranhas relações da família Bolsonaro com os funcionários de seus gabinetes parlamentares.
O sumiço e o silêncio de Queiroz atravancam as investigações, mas também apontam para a gravidade do que poderia revelar.


















