Por Natasha Bachini e João Feres Jr., no site Manchetômetro:
A despeito da bandeira anticorrupção que conduziu Jair Bolsonaro e seus filhos Flávio, Eduardo e Carlos ao sucesso eleitoral, não tardou a estourar um escândalo de corrupção envolvendo a família e que tem no senador eleito pelo Estado do Rio de Janeiro seu pivô.
Em dezembro de 2018, a imprensa [1]divulgou dados do relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividade Financeiras) para a Operação Furna de Onça, braço da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, que identificou movimentações atípicas de cerca de R$1,2 milhões na conta do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, entre os anos 2016-2017. O relatório informava ainda que uma das favorecidas por essas movimentações foi Michele Bolsonaro, esposa do presidente, que teria recebido R$ 24mil reais em cheque. Na época, Flávio saiu em defesa de Queiroz, e Bolsonaro e a primeira-dama preferiram não se manifestar sobre o assunto.

















