sexta-feira, 29 de maio de 2026

Bolívia em convulsão exige solidariedade

Reprodução
Por José Reinaldo Carvalho, no site Brasil-247:


A Bolívia vive uma convulsão social de grandes proporções. Mais uma em sua conturbada história. Cinco semanas de greve, bloqueios e manifestações revelam que a crise política deixou de ser apenas uma disputa institucional e se transformou em rebelião popular contra o governo direitista de Rodrigo Paz, que impõe medidas de arrocho, ameaçar direitos e recorrer à repressão para conter a força das ruas.

A promulgação da Lei 1732, que revoga a Lei 1341 sobre Estados de Emergência, marca um ponto de inflexão perigoso. Ao retirar limites que restringiam a atuação das Forças Armadas em conflitos sociais, o governo abre caminho para legitimar a militarização da repressão contra trabalhadores, camponeses, mineiros, professores, sindicatos e organizações populares que exigem sua renúncia.

Trump e o Primeiro Comando da Corja

Charge: Aroeira/247
Por Marcelo Zero, no site Viomundo:


O que aconteceu é muito sério. Pela primeira vez na história, o Brasil é acusado, de forma mentirosa, de abrigar “organizações terroristas estrangeiras.”

Uma aparente vitória do Primeiro Comando da Corja, organização de “patriotas” dedicada, com afinco, a atacar os interesses e a imagem do Brasil. Um pessoal que detesta soberania e adora a coleira da submissão. Normalmente, seus integrantes andam em 4 patas e não têm raça discernível.

Um tiro que, porém, pode sair pela culatra, pois sabe-se que essa singular e ambivalente organização teria recebido muito dinheiro de Vorcaro, sujeito que, segundo a Polícia Federal, possuía notórias ligações com facções criminosas e organizações agora tachadas de terroristas pelos EUA.

É preciso entender que as leis antiterrorismo dos EUA têm caráter extraterritorial. Isto é, elas permitem que os EUA promovam ações nos territórios de outros países, sem que isso passe, necessariamente, por mecanismos de cooperação.

A Lei Maria de Penha Digital

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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Banco Master, roubalheira e ódio de classe

Charge: Spacca
Por Jair de Souza

As recentes sondagens exibem dados que apontam no sentido de uma vitória do atual presidente Lula no próximo pleito eleitoral, previsto para outubro do corrente ano. No entanto, elas também indicam que é menor a probabilidade de que o resultado venha a ser definido já no primeiro turno.

Contudo, o que mais nos chama a atenção nas citadas sondagens é o detalhe aterrador de que, caso a decisão se adie para o segundo turno, o candidato do clã bolsonarista alcançaria 41% dos votos, contra os 47% dados a Lula.

Realmente, não é fácil entender como, mesmo após terem sido divulgados indícios irrefutáveis do completo envolvimento do bolsonarismo com a estrutura criminosa do Banco Master e a mais tenebrosa estrutura de banditismo financeiro de que se tem notícia no Brasil, ainda assim haja tal percentual de eleitores dispostos a sufragar nas urnas o nome de um dos membros do citado clã.

"Fechar" a chapa completa para as eleições

Por João Guilherme Vargas Netto


A quatro meses da eleição o dia 4 de outubro parece se aproximar velozmente de nós porque a disputa eleitoral se acelera atropelando o cronograma oficial.

É mais do que hora para os dirigentes e ativistas sindicais, os associados aos sindicatos e todos os trabalhadores e trabalhadoras passarem a se preocupar com sua participação no rito eleitoral da democracia (mesmo tendo uma Copa do Mundo pela frente).

O primeiro exercício de “aquecimento” seria o de procurar se lembrar em quem cada um votou nas últimas eleições gerais (de 2022).

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