Por Altamiro Borges
A situação do fujão e covarde Flávio Bolsonaro, o “pé frio” que se refugiou nos EUA do também derrotado Donald Trump, está cada dia mais complicada. Na quinta-feira (5), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou três ações eleitorais movidas pela Coligação Brasil Pronto para Mais, do presidente Lula (PT), contra o senador do PL. Elas tratam da ação de milícias na sua campanha, do financiamento do filme "Dark Horse" e da pressão dos EUA nas eleições brasileiras.
Os pedidos foram aceitos pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva. Nessa primeira etapa, o TSE analisou apenas os requisitos formais para o andamento dos processos. As acusações serão examinadas somente na fase da investigação. Em caso de condenação, Flávio Bolsonaro e os demais investigados poderão ser declarados inelegíveis.
Conforme explica o site UOL, “uma das ações trata do possível impacto eleitoral do controle de territórios por grupos criminosos no Rio de Janeiro. A campanha de Lula aponta supostas ligações de aliados de Flávio com milícias e o CV (Comando Vermelho) e questiona se esses grupos influenciaram a eleição. Outra ação trata do financiamento de ‘Dark Horse’, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro. A campanha de Lula sustenta que recursos solicitados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, então dono do Banco Master, podem ter beneficiado a candidatura de Flávio, por meio do filme ou de outras destinações, inclusive nos EUA”.
“A terceira ação trata da pressão de apoiadores da campanha do senador sobre o governo dos EUA por medidas de retaliação contra o Brasil. O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, também será investigado”. Com essa decisão do TSE, o presidenciável fascista que sofreu uma dura derrota no segundo turno, em uma virada histórica, passa a responder a seis ações de investigação judicial eleitoral. Os demais processos incluem apurações sobre o canal de WhatsApp ‘Tropa do Flávio’, sua participação na Festa do Peão de Barretos e um possível favorecimento de redes sociais à candidatura.
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