Por Ângela Carrato e Eliara Santana, no blog Viomundo:
“Não adianta tentar acabar com as minhas ideias, elas já estão pairando no ar e não tem como prendê-las. Não adianta parar o meu sonho, porque quando eu parar de sonhar, eu sonharei pela cabeça de vocês e pelos sonhos de vocês.Não adianta achar que tudo vai parar o dia que o Lula tiver um infarto, é bobagem, porque o meu coração baterá pelos corações de vocês, e são milhões de corações”.
Sete de abril de 2018, do caminhão de som na frente do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP), última vez em que se ouvia a voz de Luiz Inácio, calado pelos desmandos e abusos da Lava Jato.
Naquele dia, Lula era finalmente detido, preso. E a partir da prisão, o que se viu foi uma verdadeira operação de silenciamento colocada em ação pela mídia corporativa.
“Não adianta tentar acabar com as minhas ideias, elas já estão pairando no ar e não tem como prendê-las. Não adianta parar o meu sonho, porque quando eu parar de sonhar, eu sonharei pela cabeça de vocês e pelos sonhos de vocês.Não adianta achar que tudo vai parar o dia que o Lula tiver um infarto, é bobagem, porque o meu coração baterá pelos corações de vocês, e são milhões de corações”.
Sete de abril de 2018, do caminhão de som na frente do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo (SP), última vez em que se ouvia a voz de Luiz Inácio, calado pelos desmandos e abusos da Lava Jato.
Naquele dia, Lula era finalmente detido, preso. E a partir da prisão, o que se viu foi uma verdadeira operação de silenciamento colocada em ação pela mídia corporativa.

















