segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Agressão e sequestro nazitrumpistas

Charge: Dave Granlunds/Political Cartoons
Por Jair de Souza

É inegável que sofremos um golpe muito duro com a agressão assassina feita pelo governo nazitrumpista dos Estados Unidos contra a Venezuela. Além da quase uma centena de mortes causadas a valorosos defensores da soberania latino-americana, as forças nazitrumpistas também sequestraram o legítimo presidente da nação, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores.

Entretanto, sem pretensão de pintar uma catástrofe com cores alegres, acredito que podemos, sim, detectar um saldo positivo para o campo popular a partir desta agressão infame e vil. Para extrair esta conclusão, basta observar que as instituições de poder se mantiveram intactas, todas sob o comando dos bolivarianos, e enquanto as ruas e praças eram tomadas pelas massas leais ao presidente sequestrado, os opositores pró-imperialistas não tiveram a audácia de colocar a cabeça para fora, ninguém deles teve coragem de se manifestar em público.

Mídia preparou terreno pra Trump na Venezuela

Charge: Daryl Cagle
Por Ângela Carrato, no site Viomundo:


O bombardeio do governo Trump à Venezuela, seguido pela prisão do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, acontecido na madrugada deste sábado (3), é gravíssimo.

É gravíssimo por se tratar de um ato de guerra cometido pelos Estados Unidos contra um governo soberano, com o explícito objetivo de roubar petróleo.

A Venezuela, como se sabe, possui a maior reserva de petróleo do mundo e a distância entre Caracas e Miami não passa de 3 mil km. Distância seis vezes menor do que a rota feita por petroleiros estadunidenses ao irem ao Oriente Médio em busca do mesmo produto.

A entrevista coletiva de Trump sobre o assunto é das coisas mais cínicas e cretinas de que se tem notícia.

Na cara dura, disse que irá comandar a Venezuela até transição e controlará o petróleo do país, ao mesmo tempo em que divulgava imagem do presidente Maduro algemado e de olhos vendados, a bordo de navio, a caminho de Nova York.

Paz e soberania na Venezuela!

Foto: Cubadebate
Editorial do site Vermelho:

O ano de 2026 tem início com um brutal ato de guerra dos Estados Unidos contra a Venezuela. Sob ordens diretas de Donald Trump, o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados e se encontram, ilegalmente e injustamente, presos em Nova York. É a primeira vez que um país da América do Sul sofre uma intervenção militar direta, de grande porte, dos EUA. E Trump deixou claro qual objetivo dessa torpe operação bélica: assumir, sem intermediários, o governo venezuelano e se apossar das maiores reservas de petróleo do mundo, que pela ambição ianque passariam a ser exploradas por grandes empresas estadunidenses. Isto tem nome: é neocolonialismo. O imperialismo dos EUA, em novas circunstâncias, retoma as velhas guerras de saque e pilhagem.

A ação terrorista dos EUA na Venezuela

domingo, 4 de janeiro de 2026

Cuba será o próximo alvo dos EUA?

Ataque à Venezuela tem as digitais da mídia

Charge: Aroeira/247
Do site do Centro de Estudos Barão de Itararé:


O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé condena com veemência a agressão criminosa dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado, com bombas lançadas sobre diversas áreas do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil. Ápice da escalada militar impulsionada por Donald Trump, o episódio traz ventos de guerra não apenas ao país caribenho, mas para toda a América Latina.

Esse ataque representa a expressão mais grotesca de uma política de agressão sustentada, ao longo de décadas, por uma campanha midiática internacional difamatória contra a soberania e a autodeterminação do povo venezuelano.

Agressão à Venezuela e cumplicidade da mídia

Reprodução
Do site da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj):

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifesta seu mais veemente repúdio à agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado (3/01), com ataques que atingiram diversas regiões do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil e aprofundando a instabilidade em toda a América Latina e o Caribe.

A ofensiva, impulsionada pela escalada belicista do governo de Donald Trump, representa mais uma grave violação da Carta das Nações Unidas, do direito internacional e do princípio da autodeterminação dos povos. Trata-se de uma ação que retoma a lógica da guerra, da ingerência e da força como instrumentos de política externa, com consequências imprevisíveis para a região.

Trump declarou guerra a toda América Latina

Charge: Latuff/Sovereign Media
Por José Reinaldo Carvalho, no site Brasil-247:

A ação desencadeada pelos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3) constitui um episódio de extrema gravidade e marca uma inflexão perigosa nos conflitos internacionais contemporâneos.

Trata-se de uma operação brutal, cuidadosamente planejada e executada como demonstração explícita de força, destinada a impor pela violência aquilo que Washington já não consegue assegurar por meio da diplomacia, do direito internacional ou de qualquer forma mínima de consenso entre as nações. Ficou patente a brutalidade dessa ofensiva, executada pela chamada Força Delta, uma divisão apresentada como da elite das forças armadas dos EUA, que é na prática uma organização terrorista com raio de ação internacional. A ação deixou evidente ainda o desprezo absoluto pela soberania de um país e pela vida de seu povo.

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