terça-feira, 6 de janeiro de 2026
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
O duelo de Trump com Delcy será dramático
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| Diosdado Cabello, Nicolás Maduro e Delcy Rodríguez/Reuters |
Se fosse possível juntar tudo o que já se disse sobre o sequestro de Nicolás Maduro, teríamos pelo menos uma centena de teorias sobre o que aconteceu e previsões sobre o que vai acontecer.
Temos desde a conclusão mais óbvia e repetitiva, de que Trump quer o petróleo da Venezuela (até porque ele admitiu isso publicamente), até a advertência de que o Brasil é o grande alvo, ao lado de alvos de passagem como Cuba e Colômbia.
Quase todo o resto é chute. O primeiro deles diz respeito ao papel da vice-presidente, Delcy Rodríguez, que já assumiu a presidência e avisou que irá defender os interesses da Venezuela.
Essa é a sua frase mais publicada pelos jornais venezuelanos, mesmo os alinhados com a direita antichavista: “Jamais seremos colônia de nenhum império”.
Temos desde a conclusão mais óbvia e repetitiva, de que Trump quer o petróleo da Venezuela (até porque ele admitiu isso publicamente), até a advertência de que o Brasil é o grande alvo, ao lado de alvos de passagem como Cuba e Colômbia.
Quase todo o resto é chute. O primeiro deles diz respeito ao papel da vice-presidente, Delcy Rodríguez, que já assumiu a presidência e avisou que irá defender os interesses da Venezuela.
Essa é a sua frase mais publicada pelos jornais venezuelanos, mesmo os alinhados com a direita antichavista: “Jamais seremos colônia de nenhum império”.
Os pilares do novo colonialismo dos EUA
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| Charge: Angel Boligán |
O que menos importa no momento é avaliar as convicções democráticas do presidente Maduro e discutir se as últimas eleições venezuelanas foram legítimas ou não. Até porque compromisso com a democracia não é parâmetro para os EUA na hora de decidir quem deve ser atacado.
Podia citar aqui dezenas de exemplos de regimes ditatoriais que não foram e nunca serão alvo dos EUA. Fiquemos com a monarquia absolutista da Arábia Saudita, onde não há parlamento, nem eleições e tampouco imprensa livre. Há alguns anos, vamos lembrar, um jornalista foi assassinado e esquartejado, tudo indica por sicários a soldo do família imperial.
Então, só idiotice crônica ou má-fé pode levar alguém a achar que os EUA estavam preocupados se o pleito venezuelano foi fraudado ou não.
Agressão e sequestro nazitrumpistas
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| Charge: Dave Granlunds/Political Cartoons |
É inegável que sofremos um golpe muito duro com a agressão assassina feita pelo governo nazitrumpista dos Estados Unidos contra a Venezuela. Além da quase uma centena de mortes causadas a valorosos defensores da soberania latino-americana, as forças nazitrumpistas também sequestraram o legítimo presidente da nação, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores.
Entretanto, sem pretensão de pintar uma catástrofe com cores alegres, acredito que podemos, sim, detectar um saldo positivo para o campo popular a partir desta agressão infame e vil. Para extrair esta conclusão, basta observar que as instituições de poder se mantiveram intactas, todas sob o comando dos bolivarianos, e enquanto as ruas e praças eram tomadas pelas massas leais ao presidente sequestrado, os opositores pró-imperialistas não tiveram a audácia de colocar a cabeça para fora, ninguém deles teve coragem de se manifestar em público.
Mídia preparou terreno pra Trump na Venezuela
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| Charge: Daryl Cagle |
O bombardeio do governo Trump à Venezuela, seguido pela prisão do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, acontecido na madrugada deste sábado (3), é gravíssimo.
É gravíssimo por se tratar de um ato de guerra cometido pelos Estados Unidos contra um governo soberano, com o explícito objetivo de roubar petróleo.
A Venezuela, como se sabe, possui a maior reserva de petróleo do mundo e a distância entre Caracas e Miami não passa de 3 mil km. Distância seis vezes menor do que a rota feita por petroleiros estadunidenses ao irem ao Oriente Médio em busca do mesmo produto.
A entrevista coletiva de Trump sobre o assunto é das coisas mais cínicas e cretinas de que se tem notícia.
Na cara dura, disse que irá comandar a Venezuela até transição e controlará o petróleo do país, ao mesmo tempo em que divulgava imagem do presidente Maduro algemado e de olhos vendados, a bordo de navio, a caminho de Nova York.
Paz e soberania na Venezuela!
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| Foto: Cubadebate |
O ano de 2026 tem início com um brutal ato de guerra dos Estados Unidos contra a Venezuela. Sob ordens diretas de Donald Trump, o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram sequestrados e se encontram, ilegalmente e injustamente, presos em Nova York. É a primeira vez que um país da América do Sul sofre uma intervenção militar direta, de grande porte, dos EUA. E Trump deixou claro qual objetivo dessa torpe operação bélica: assumir, sem intermediários, o governo venezuelano e se apossar das maiores reservas de petróleo do mundo, que pela ambição ianque passariam a ser exploradas por grandes empresas estadunidenses. Isto tem nome: é neocolonialismo. O imperialismo dos EUA, em novas circunstâncias, retoma as velhas guerras de saque e pilhagem.
domingo, 4 de janeiro de 2026
Ataque à Venezuela tem as digitais da mídia
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| Charge: Aroeira/247 |
O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé condena com veemência a agressão criminosa dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado, com bombas lançadas sobre diversas áreas do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil. Ápice da escalada militar impulsionada por Donald Trump, o episódio traz ventos de guerra não apenas ao país caribenho, mas para toda a América Latina.
Esse ataque representa a expressão mais grotesca de uma política de agressão sustentada, ao longo de décadas, por uma campanha midiática internacional difamatória contra a soberania e a autodeterminação do povo venezuelano.
Esse ataque representa a expressão mais grotesca de uma política de agressão sustentada, ao longo de décadas, por uma campanha midiática internacional difamatória contra a soberania e a autodeterminação do povo venezuelano.
Agressão à Venezuela e cumplicidade da mídia
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| Reprodução |
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifesta seu mais veemente repúdio à agressão militar perpetrada pelos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrida na madrugada deste sábado (3/01), com ataques que atingiram diversas regiões do país, inclusive a capital Caracas, colocando em risco a população civil e aprofundando a instabilidade em toda a América Latina e o Caribe.
A ofensiva, impulsionada pela escalada belicista do governo de Donald Trump, representa mais uma grave violação da Carta das Nações Unidas, do direito internacional e do princípio da autodeterminação dos povos. Trata-se de uma ação que retoma a lógica da guerra, da ingerência e da força como instrumentos de política externa, com consequências imprevisíveis para a região.
Trump declarou guerra a toda América Latina
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| Charge: Latuff/Sovereign Media |
A ação desencadeada pelos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3) constitui um episódio de extrema gravidade e marca uma inflexão perigosa nos conflitos internacionais contemporâneos.
Trata-se de uma operação brutal, cuidadosamente planejada e executada como demonstração explícita de força, destinada a impor pela violência aquilo que Washington já não consegue assegurar por meio da diplomacia, do direito internacional ou de qualquer forma mínima de consenso entre as nações. Ficou patente a brutalidade dessa ofensiva, executada pela chamada Força Delta, uma divisão apresentada como da elite das forças armadas dos EUA, que é na prática uma organização terrorista com raio de ação internacional. A ação deixou evidente ainda o desprezo absoluto pela soberania de um país e pela vida de seu povo.
sábado, 3 de janeiro de 2026
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