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| Terra Indígena Vale do Javari. Foto: Adam Mol/Funai/BdF |
A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari apresentou nesta semana uma denúncia gravíssima que exige rápida apuração e correção. Segundo a Univaja, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) negou suporte logístico para que a comunidade possa votar no segundo turno. A entidade solicitou o transporte em 9 de outubro, cinco dias após o primeiro turno. Mas a juíza Dálethe Borges, da 42ª Zona Eleitoral, negou o pedido alegando que ele ocorreu fora do prazo.
Segundo postagem do site UOL, a Univaja pediu a inclusão de 43 aldeias no planejamento de transporte e fornecimento de alimentação e água. As aldeias estão distribuídas em sete polos-base do Vale do Javari: São Luís, São Sebastião, Maronal, Rio Branco, Vida Nova, Jaquirana 31 e Massapé. Mas a juíza disse que “o plano para transportar indígenas depende de procedimento legal e regulamentar, com prazos para manifestações”. Ela também alegou que não dispõe de “dotação orçamentária específica” para a operação.









