terça-feira, 3 de novembro de 2026

Os Bolsonaros perderam utilidade para Trump

Charge: Eder
Por Jeferson Miola, em seu blog:

A reconstituição da fuga de Flávio Bolsonaro não deixa dúvidas do envolvimento ativo dos governos argentino e estadunidense na operação cinematográfica planejada com pelo menos duas semanas de antecedência numa típica missão de exfiltração do aliado de Javier Milei e Donald Trump.

Apesar da negativa do chefe do Departamento de Estado Marco Rubio, está confirmado que a remoção do Flávio e família do Brasil com traslado secreto para os EUA foi coordenada, executada e financiada diretamente desde a Casa Branca com envolvimento central do assessor presidencial Jason Miller.

Agentes dos EUA atuaram ilegalmente nos territórios brasileiro e argentino – além, obviamente, de assegurarem o ingresso do fugitivo na Flórida mesmo sem documentação válida.

Janones e a mobilização política nas redes

Foto: Ricardo Stuckert
Por Frei Betto

Poucas figuras na política brasileira contemporânea conseguiram traduzir tão bem a lógica das redes digitais em ação política concreta quanto o deputado federal André Janones (Rede-MG). Seu trabalho à frente do canal “Exército do Lula” no WhatsApp não apenas redefiniu os parâmetros da militância digital, mas também ofereceu à esquerda brasileira um modelo de engajamento que combina escala, organização e linguagem popular.

Apoiadores de Flávio pedem 'help' a Trump

 

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

Ajuste fiscal ou estelionato eleitoral?

Foto: Ricardo Stuckert
Por Paulo Nogueira Batista Jr.

Mal foi proclamada a vitória de Lula nas urnas, ergueu-se o coro sinistro de vozes influentes (banqueiros, economistas do mercado, jornalistas, executivos do sistema financeiro etc.) clamando por um ajuste fiscal urgente, de preferência drástico. Se Lula se deixar levar por esse clamor, acabará cometendo um estelionato eleitoral, como vou tentar explicar.

O ajuste fiscal considerado indispensável pelo que parece ser a maioria dessas vozes consistiria num rápido aumento do resultado primário, transformando o déficit atual de 0,5% do PIB (do setor público como um todo), para um superávit primário da ordem de 3% a 4% do PIB, supostamente capaz de estabilizar a dívida como percentagem do PIB.

A eleição de Lula e as lições da virada

Foto do site Mais Brasil
Por João Guilherme Vargas Netto


Quero extrair para a ação do movimento sindical as duas lições da virada espetacular do presidente Lula: o papel da mobilização dos jovens e das ruas e o papel das redes sociais da internet onde o ponderado não é o empoderado; a atitude conta.

Cada campanha salarial deve ter o seu momento mobilizatório e de rua, que no caso mais corriqueiro, é o próprio local de trabalho ou a porta de fábrica.

Alguém sempre dizia que não basta fazer o bem, é preciso fazê-lo bem. Não basta a busca dos ganhos reais do salário sem a mobilização que o precede e o sustenta, mobilização dos associados e dos não associados, sobretudo dos jovens, trabalhadores e trabalhadoras.

A vitória das urnas e a nova hegemonia

Foto: Ricardo Stuckert
Por Roberto Amaral

Na vigésima quinta hora, o Brasil se salvou.

Salvou-se (uma segunda vez) das ameaças do neofascismo, entre nós entreguista e profundamente corrupto, pois essas são as características da famiglia que por muito pouco não recuperaria a locação do Palácio do Planalto. Trata-se de uma súcia politicamente primária e geneticamente corrompida. Seu representante no pleito é investigado pela polícia, acusado de laços com a delinquência: sua “folha corrida” registra desde as “rachadinhas” de salários com funcionários de seu gabinete parlamentar à suspeita de ligação com milícias, e matadores de aluguel, lavagem de dinheiro em casas de apostas, crimes financeiros, crimes contra a administração pública e associação com o gangster que operava a partir do Banco Master, uma azeitada empresa voltada à corrupção, nas barbas do Banco Central. E ainda precisará explicar como um advogado sem causas comprou em Brasília uma mansão avaliada em 6 milhões de reais.

CNN garfava R$ 10 mi por ano de Vorcaro

Chegou a hora de Trump na eleição dos EUA

Flávio é o Guaidó de Rio das Pedras

UNE celebra Lula e protesta contra Tarcísio

Democracia em rede, soberania em disputa

Os impactos da vitória de Lula para o mundo

Lula 4 enfrentará Congresso mais hostil

A eleição histórica e os desafios de Lula

Da vitória de Lula à fuga de Flávio Bolsonaro

 

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

PF intima Rachadinha a entregar passaportes

Mídia abafa suruba de Flávio na pandemia

As razões da virada histórica de Lula


A virada que derrotou os milicianos

Foto: Ricardo Stuckert
Por Moisés Mendes, em seu blog:


A imagem mais assustadora, para todos os que lutaram contra o fascismo, era a de Bolsonaro subindo a rampa ao lado do filho, da madrasta do candidato e de todos os que representam a extrema direita brasileira, entre os quais os executivos das fintechs que trabalham para o PCC na Faria Lima.

Estamos livres de ver Flávio Bolsonaro subindo a rampa de mãos dadas com grileiros, garimpeiros, os Frias da Folha, os Mesquita do Estadão dos banqueiros e os Marinho da Globo.

Nos livramos de ver Flávio tentando imitar Lula e Dilma e subindo a rampa, não com indígenas e pessoas com deficiência, mas com milicianos, incluindo os que prestam serviços a ele dentro do Judiciário.

Vitória histórica de Lula rechaça fascismo

Foto: Ricardo Stuckert
Editorial do site Vermelho:


A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é, antes de tudo, uma vitória do povo brasileiro, com o papel destacado da juventude, sobre as forças de extrema-direita que tentaram sufocar suas esperanças, restringir os seus direitos e subordinar o país à ganância do imperialismo estadunidense. É a afirmação de um Brasil que caminha para o desenvolvimento nacional, com inclusão social, soberania, liberdades democráticas e direitos para o povo.

Esse grande feito do povo brasileiro transcende as fronteiras do país. No contexto do avanço internacional da extrema-direita, a vitória de Lula é comemorada pelas forças democráticas, populares e avançadas do Ocidente ao Oriente. Tem importância especial para os povos e países da América Latina e Caribe diante da ofensiva neocolonial dos Estados Unidos na região. O governo neofascista de Donald Trump, que apoiou descaradamente Flávio Bolsonaro, sofreu dura derrota.