O site UOL noticia que “Lucas Pavanato (PL), o deputado federal mais bem votado de São Paulo, foi condenado pela Justiça paulista, em segunda instância, a pagar uma indenização de R$ 20 mil a uma mulher que foi alvo de um vídeo publicado em suas redes sociais. De acordo a Justiça, o deputado eleito ridicularizou a mulher com o objetivo de conseguir engajamento nas redes sociais”.
Ex-integrante do nefasto Movimento Brasil Livre (MBL), esse bolsonarista é famoso por difundir fake news e cultivar ódio. O episódio julgado ocorreu em fevereiro de 2025. Como seu estilo provocador, Lucas Pavanato abordou a mulher na avenida Paulista, fazendo-lhe perguntas grosseiras sobre temas políticos. Com base na gravação, ele fez três postagens em seu Instagram, que tem atualmente 6 milhões de seguidores. Numa delas, o lacrador se jactou: “Como travar uma feminista”.
Lacrador bolsonarista age de forma maldosa
Para Márcio de Castro, advogado da vítima, o deputado agiu de forma maldosa. “Ele sequer a deixava responder, cortando suas respostas ou mesmo a ignorando e a enchendo de mais perguntas, constrangendo-a por completo", afirmou na ação à Justiça. O desembargador Eduardo Marcondes, relator do caso, concluiu que Lucas Pavanato editou os vídeos de modo a sugerir que a mulher não possuía capacidade intelectual para responder às perguntas.
“A liberdade de crítica não autoriza que a imagem de uma pessoa seja utilizada, fora do contexto original, como instrumento de ridicularização pessoal”, afirmou na decisão que manteve o valor da indenização arbitrado pela primeira instância. Segundo o site UOL, “Pavanato, que obteve mais de três milhões de votos, ainda pode recorrer da decisão... Ele disse não ter cometido nenhum ato ilícito e que suas publicações se enquadram no âmbito legítimo do humor e de sátira política”.
O alcance suspeito das postagens do fascista
Haja cinismo! O bolsonarista hidrófobo sabe do impacto de suas redes e vive da lacração para se projetar politicamente. O alcance das suas postagens inclusive é motivo de desconfiança. Nesta sexta-feira (16), o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT-SP) solicitou que a Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo investigue a distribuição de conteúdos digitais do parlamentar eleito pelo PL.
“O documento pede que a Meta, dona do Instagram e do Facebook, preserve os registros técnicos e informe como as publicações foram distribuídas. A intenção é verificar se os mecanismos de recomendação das plataformas respeitaram as regras eleitorais, distinguindo alcance orgânico, acessos diretos, anúncios contratados e eventuais recomendações vedadas”, informa Mônica Bergamo.
A representação cita um vídeo postado em 20 de agosto em que Luca Pavanato aparece ao lado de Flávio Bolsonaro dentro de um carro. Segundo relatório do Instituto Democracia em Xeque, a postagem registrou 19 milhões de visualizações em coleta realizada em 24 de agosto. O pedido solicita a confirmação dos dados do vídeo e a identificação de seus autores e das fontes de distribuição.
“Marcolino ainda pede que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo confirme os perfis informados pela candidatura e as datas em que foram comunicados às plataformas. À Meta, solicita informações sobre métricas de alcance, anúncios, coautorias e eventuais falhas na aplicação de restrições às recomendações... Também solicita informações sobre eventual uso de recursos públicos na produção ou divulgação de material de campanha e sobre o valor econômico de possíveis vantagens de distribuição”.
“A liberdade de crítica não autoriza que a imagem de uma pessoa seja utilizada, fora do contexto original, como instrumento de ridicularização pessoal”, afirmou na decisão que manteve o valor da indenização arbitrado pela primeira instância. Segundo o site UOL, “Pavanato, que obteve mais de três milhões de votos, ainda pode recorrer da decisão... Ele disse não ter cometido nenhum ato ilícito e que suas publicações se enquadram no âmbito legítimo do humor e de sátira política”.
O alcance suspeito das postagens do fascista
Haja cinismo! O bolsonarista hidrófobo sabe do impacto de suas redes e vive da lacração para se projetar politicamente. O alcance das suas postagens inclusive é motivo de desconfiança. Nesta sexta-feira (16), o deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT-SP) solicitou que a Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo investigue a distribuição de conteúdos digitais do parlamentar eleito pelo PL.
“O documento pede que a Meta, dona do Instagram e do Facebook, preserve os registros técnicos e informe como as publicações foram distribuídas. A intenção é verificar se os mecanismos de recomendação das plataformas respeitaram as regras eleitorais, distinguindo alcance orgânico, acessos diretos, anúncios contratados e eventuais recomendações vedadas”, informa Mônica Bergamo.
A representação cita um vídeo postado em 20 de agosto em que Luca Pavanato aparece ao lado de Flávio Bolsonaro dentro de um carro. Segundo relatório do Instituto Democracia em Xeque, a postagem registrou 19 milhões de visualizações em coleta realizada em 24 de agosto. O pedido solicita a confirmação dos dados do vídeo e a identificação de seus autores e das fontes de distribuição.
“Marcolino ainda pede que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo confirme os perfis informados pela candidatura e as datas em que foram comunicados às plataformas. À Meta, solicita informações sobre métricas de alcance, anúncios, coautorias e eventuais falhas na aplicação de restrições às recomendações... Também solicita informações sobre eventual uso de recursos públicos na produção ou divulgação de material de campanha e sobre o valor econômico de possíveis vantagens de distribuição”.
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