Por José Reinaldo Carvalho, no blog Resistência:
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, realizou na semana passada um giro latino-americano, visitando Brasil, Argentina, Chile e Colômbia.
Os objetivos foram muito além do balanço e elaboração de planos de incremento das relações bilaterais entre a nação imperialista do Norte e os países visitados. Não por casualidade, todos quatro, além de terem governos de turno neoliberais, conservadores, entreguistas e, no caso brasileiro, golpista, fazem parte do chamado Grupo de Lima, um arranjo diplomático artificial, criado especialmente para fazer provocações e produzir fatos que justifiquem uma ação intervencionista contra o governo venezuelano.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, realizou na semana passada um giro latino-americano, visitando Brasil, Argentina, Chile e Colômbia.
Os objetivos foram muito além do balanço e elaboração de planos de incremento das relações bilaterais entre a nação imperialista do Norte e os países visitados. Não por casualidade, todos quatro, além de terem governos de turno neoliberais, conservadores, entreguistas e, no caso brasileiro, golpista, fazem parte do chamado Grupo de Lima, um arranjo diplomático artificial, criado especialmente para fazer provocações e produzir fatos que justifiquem uma ação intervencionista contra o governo venezuelano.

















