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| Foto: Rosinei Coutinho/STF |
“Peço desculpas ao povo brasileiro que talvez tenha esperado de mim uma posição diferente.” Foi assim que Cármen Lúcia encerrou nesta terça-feira (15) um voto em que se declarou em “profunda consternação e tristeza” com a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).
A ministra disse se sentir “um pouco até envergonhada” e reconheceu que a Corte provocou um “mal-estar cívico” no país. “O Poder Judiciário existe para tranquilizar o povo, e nós geramos intranquilidade”, afirmou.
Cármen votou para manter separados os processos relacionados a Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso Master. Acompanhou Edson Fachin, Mendonça e Luiz Fux. Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Moraes defenderam a tramitação conjunta. Flávio Dino também se posicionou pela reunião dos casos, mas pediu vista, e seu voto não entrou no placar provisório de 4 a 3.
A ministra disse se sentir “um pouco até envergonhada” e reconheceu que a Corte provocou um “mal-estar cívico” no país. “O Poder Judiciário existe para tranquilizar o povo, e nós geramos intranquilidade”, afirmou.
Cármen votou para manter separados os processos relacionados a Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso Master. Acompanhou Edson Fachin, Mendonça e Luiz Fux. Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Moraes defenderam a tramitação conjunta. Flávio Dino também se posicionou pela reunião dos casos, mas pediu vista, e seu voto não entrou no placar provisório de 4 a 3.








