Por Altamiro Borges
Em uma autocrítica incisiva – embora tardia –, o cineasta José Padilha, diretor dos filmes Tropa de Elite (um e dois) e da série O Mecanismo, publicou nesta terça-feira (16) um artigo na Folha com críticas ao “marreco de Maringá”, que hoje ocupa um superministério no laranjal de Jair Bolsonaro. “O leitor sabe que sempre apoiei a operação Lava Jato e que chamei Sergio Moro de ‘samurai ronin’, numa alusão à independência política que, acreditava eu, balizava a sua conduta. Pois bem, quero reconhecer o erro que cometi”, admite no texto emblemático em que detona o projeto anticrime do ministro.
Em uma autocrítica incisiva – embora tardia –, o cineasta José Padilha, diretor dos filmes Tropa de Elite (um e dois) e da série O Mecanismo, publicou nesta terça-feira (16) um artigo na Folha com críticas ao “marreco de Maringá”, que hoje ocupa um superministério no laranjal de Jair Bolsonaro. “O leitor sabe que sempre apoiei a operação Lava Jato e que chamei Sergio Moro de ‘samurai ronin’, numa alusão à independência política que, acreditava eu, balizava a sua conduta. Pois bem, quero reconhecer o erro que cometi”, admite no texto emblemático em que detona o projeto anticrime do ministro.


















